domingo, 20 de setembro de 2015

Mahmoud Abbas diz que o Monte do Templo e o Santo Sepulcro são dos palestinos e que judeus "não têm direito profaná-los com seus pés imundos"

Do jornal árabe-palestino Wafa e do canal de TV da Autoridade Palestina:



Nós saudamos você e todos os homens e mulheres em ribat (pequenas fortificações construídas pelos muçulmanos durante a invasões islâmicas no norte da África). 
Nós saudamos toda gota de sangue derramada em nome de Jerusalém -- esse sangue é limpo e puro, derramado em nome de Alá, se Alá quiser.
Todo mártir irá para o paraíso e todos os feridos serão recompensados por Alá.
Queridos irmãos, estamos todos aqui por Jerusalém. 
Digo-lhes com toda a sinceridade, um estado palestino nunca existirá sem Jerusalém. O estado palestino deve incluir  sua capital, a nobre Jerusalém -- com sua capital Jerusalém oriental, que foi ocupada em 1967. 
Nós não permitimos nenhuma de suas (de Israel) medidas. Todas estas divisões... a mesquita de al-Aqsa (o Monte do Templo, o local mais sagrado para o judaísmo) e a Igreja do Santo Sepulcro são nossas. 
São todas nossas e eles (os judeus) não têm o direito de profaná-las com seus pés imundos. Não devemos permitir que façam isso, e devemos fazer todo o possível para proteger Jerusalém. 

الرئيس: سنحمي القدس ومتمسكون بكل ذرة من ترابها

لتاريخ : 16/9/2015  الوقت: 15:02

رام الله 16-9-2015 وفا- قال رئيس دولة فلسطين محمود عباس: 'نحن في القدس وسنبقى فيها وسنحمي مقدساتنا المسيحية والإسلامية، ولن نغادر بلدنا، وسنبقى متمسكين بكل ذرة من ترابها'.
وأضاف سيادته لدى استقباله فعاليات مدينة القدس المحتلة، ظهر اليوم الأربعاء، بمقر الرئاسة في مدينة رام الله، 'لن نترك بابا إلا وسنطرقه من أجل أن نرفع صوت القدس عاليا'.
وتابع الرئيس: 'أنا مطمئن أن أمرا سيئا لن يحدث للقدس، رغم ان إسرائيل تشن حربا ضروسا عليها، لكن سنستمر في الدفاع عنها في كل الظروف، نتحدث مع الجميع والكل يسأل ماذا نعمل من أجل رفع صوت القدس عاليا؟'.
وحيا سيادته المرابطات والمرابطين، وقال: 'كل قطرة دم أريقت في القدس هي دماء زكية ما دامت في سبيل الله، وكل شهيد سيكون في الجنة، وكل جريح سيكون له الثواب، إن شاء الله'.
وشدد سيادته على أن دولة فلسطينية من دون القدس لن تكون، يجب أن تكون الدولة الفلسطينية بعاصمتها القدس الشرقية التي احتلت عام 1967، ولن نسمح بتمرير إجراءاتهم وتقسيم الأقصى، وقال: 'الأقصى لنا والقيامة لنا، لا يحق لهم أن يدنسوهما بأقدامهم القذرة، ولن نسمح لهم، وسنعمل كل ما نستطيع من أجل حماية القدس'.
وحضر اللقاء: أمين عام الرئاسة الطيب عبد الرحيم، وعضو اللجنة التنفيذية لمنظمة التحرير الفلسطينية حنا عميرة، ووزير شؤون القدس ومحافظها عدنان الحسيني .
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م.غ/ م.ج

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

"Refugiados" sírios rejeitam ajuda humanitária por causa da cruz nas embalagens da Cruz Vermelha

Imagens que a imprensa não mostra sobre a crise dos "refugiados": imigrantes sírios na Macedônia recusam alimentos e medicamentos grátis por causa do símbolo religioso cristão impresso nas caixas da Cruz Vermelha. 



Uma fatwa (decisão legal islâmica) no site islamweb explica o motivo:

"O sinal da cruz dos cristãos se refere a um homem crucificado [...] como o sinal da Cruz vermelha Internacional, que é encontrado em ambulâncias. Tal sinal deve ser removido e deve ser substituído por um dos slogans do Islã, como o crescente que o Crescente Vermelho usa como seu símbolo em vez da Cruz Vermelha.

De acordo com a opinião mais preponderante dos estudiosos, não é permitido a um muçulmano possuir algo que contém a cruz antes de apagá-la ou alterá-la, porque está confirmado que o Profeta não via nada em sua casa que tivesse o sinal da cruz, [e se assim visse] ele o apagaria. [al-Bukhari]

Ash-Shawkaani, que Ala tenha misericórdia dele, disse: "O Hadith é prova de que não é admissível a utilização/posse de roupas, cortinas, tapetes ou qualquer outra coisa que tenha imagens."

O apagamento necessita que se cubra a cruz colocando algo sobre ela que esconda suas características.

O Comitê Permanente de Iftaa' declarou: "No que diz respeito ao tapete sobre o qual existe um sinal da cruz, nao se ora sobre ele exceto depois de apagar a imagem da cruz de uma forma que esconda ao pintar ou tricotar sobre ela ou algo do tipo."

Finalmente, deve ser mencionado que um muçulmano não se torna um descrente apenas usando algo que contém o sinal da cruz, como uma caixa de primeiros socorros. E se um muçulmano é incapaz de mudá-la, Allah não cobra uma alma, exceto de acordo com o que Ele deu."

http://www.islamweb.net/emainpage/index.php?page=showfatwa&Option=FatwaId&Id=204889

http://islamqa.info/en/5227

Atualização
O homem responsável pelas imagens, Predrag Petrovic, confirma que os "refugiados" realmente recusaram os alimentos fornecidos pela Cruz Vermelha, mas diz que a recusa foi causada por seu estado emocional, já que eles estavam "irritados porque não tinham sido autorizados a atravessar a fronteira para a Macedônia, por isso eles recusaram a ajuda aos gritos de "Não! Não!"

Refugiados famintos recusariam alimentos por este motivo? 

O que torna a história ainda mais inverossímil é o fato de que os imigrantes estavam tendo sua entrada permitida, ainda que de forma controlada. Isso é o que afirma o próprio Petrovic:
"A polícia macedônia só permitiu que um grupo de 200/300 refugiados atravessassem a fronteira a cada duas horas, já que esta é a capacidade do trem que liga Gevgelija à fronteira com a Sérvia sobre no qual eles foram transportados."

domingo, 2 de agosto de 2015

Árabe-palestino é atacado por outros árabes e culpa "extremistas judeus"; jornais israelenses e palestinos repetem a mentira sem confirmar a história

O site árabe-palestino Maan News traz uma matéria intitulada "Palestino agredido e ferido por extremistas judeus em Lod", baseando-se numa reportagem publicada pelo jornal de centro-esquerda israelense Yedioth Aharonoth:
"Um morador palestino de Lod, no centro de Israel, foi atacado por três extremistas judeus na madrugada de domingo, informou a imprensa israelense.
Imad Abu Sharikh estava voltando para casa depois de realizar orações matinais, quando os agressores o atacaram verbal e fisicamente, de acordo com o diário israelense Yedioth Ahronoth.
Os três teriam gritado que todos os palestinos devem ser expulsos de Lod.
Samah, a filha de Abu Sharikh, disse ao jornal que seu pai era um homem conhecido na cidade e afirmou: "Eu nunca imaginei que o extremismo judaico fosse chegar a este ponto."

Imediatamente após o ataque o líder do partido árabe, Ayman Odeh, veio a público emitir uma condenação e culpar a direita por sua "incitação".

"Mais uma vez um cidadão árabe (de Israel) foi atacado por motivos nacionalistas, desta vez em Lod", disse Odeh. "O discurso racista, anti-democrático de ministros e parlamentares da direita dá uma luz verde para bandidos."

O mesmo Ayman Odeh é conhecido por justificar o terrorismo palestino contra civis israelenses...

Mas o verdadeiro problema para Odeh, para a esquerda israelense e para o Maan News é que o ataque foi fabricado. Abu Sharikh foi atacado por outros árabes e decidiu culpar "extremistas judeus" inexistentes. 

Imad Abu Sharikh após ser atacado por três árabes por causa de uma disputa familiar

As feridas de Abu Sharikh eram reais, mas sua história desmoronou rapidamente.
A polícia logo prendeu os três suspeitos -- todos residentes árabes da cidade.
Com o prosseguimento das investigações a polícia também acabou por desvendar o verdadeiro motivo do ataque: uma disputa familiar.

domingo, 26 de julho de 2015

Palestinos torturam hiena ameaçada de extinção

Em um vídeo publicado pelos próprios criminosos, uma hiena ameaçada de extinção é atropelada e apedrejada por diversos palestinos aos sons de risos e gargalhadas.



A descrição original do vídeo diz que ele foi gravado no dia 25 de julho, perto da cidade de Hebron.

No início um carro é visto perseguindo a hiena enquanto ela caminha pelo acostamento da estrada. Logo depois outros carros chegam ao local tentando atropelar o animal e bloquear seu caminho. Após alguns instantes a hiena é atropelada e acaba sem chances de fugir, e é neste momento que os palestinos começam a apedreja-la impiedosamente enquanto se divertem e riem.

Hienas listradas são consideradas uma espécie em extinção em Israel e caçá-las é um crime.

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Príncipe saudita: acordo com o Irã é pior do que o feito com a Coréia do Norte; Obama age com base em ideologia, não em fatos


O conglomerado al-Arabiya publicou hoje partes de uma coluna escrita pelo príncipe saudita e ex-embaixador do país nos EUA, Bandar bin Sultan, afirmando que o acordo firmado por Obama com o Irã é ainda pior do que o acordo firmado por Bill Clinton com a Coréia do Norte, que permitiu que o país asiático conseguisse obter a bomba atômica.

Bin Sultan, que também já ocupou o cargo de chefe de inteligência do país, disse que o acordo nuclear "vai causar devastação no Oriente Médio", uma região já assolada por grandes conflitos.

Ele prossegue, afirmando que "especialistas na imprensa e na política dizem que o acordo do presidente Obama com o Irã é um 'déjà vu' em relação ao acordo nuclear norte-coreano do presidente Clinton."

A decisão do presidente Clinton foi baseada em analistas estratégicos de política externa, informações da inteligência e o desejo de "salvar o povo da Coréia do Norte da fome", escreveu o príncipe Bandar, em referência ao acordo firmado em 1994 entre a Coréia do Norte e os Estados Unidos.

O presidente Clinton "não teria tomado essa decisão" se tivesse sabido que ela estava baseada em "uma grande falha de inteligência" e em uma "análise de política externa errada", escreveu o príncipe Bandar, sobrinho do rei saudita Salman bin Abdulaziz.


Mas o "presidente Obama tomou a decisão de ir em frente com o acordo nuclear com o Irã plenamente consciente de que a análise estratégica de política externa, a informação de inteligência nacional e aliados dos Estados Unidos na região todos prevêem não só o mesmo resultado do acordo nuclear norte-coreano, mas pior - com o Irã tendo acesso a bilhões dólares ", afirmou o príncipe.


"Isso vai causar devastação no Oriente Médio, que já está vivendo em um ambiente desastroso no qual o Irã é um importante responsável pela desestabilização da região", continuou ele.


Por que Obama seguiria em frente com tal acordo "sabendo o que o presidente Clinton não sabia quando fez o seu acordo com a Coreia do Norte?", questionou o ex-diplomata.

Eu acredito que ele pense que todo o resto -- que poderia ser um resultado desastroso de sua decisão -- é um dano colateral aceitável", acrescentou.


"Estou convencido, mais do que em qualquer outro momento, que o meu bom amigo, a magnífica velha raposa Henry Kissinger, estava correto quando disse que 'os inimigos da América devem temer América, mas os amigos da América devem temer a América ainda mais'", escreveu o príncipe Bandar, citando o ex-secretário de Estado americano e Prêmio Nobel da Paz que serviu sob os ex-presidentes Richard Nixon e Gerald Ford.

"As pessoas da minha região agora estão confiando na vontade de Deus e consolidando suas capacidades locais e análises com todos os outros, exceto o nosso aliado mais antigo e mais poderoso", escreveu o príncipe.

Original


الأمير بندر بن سلطان يخرج عن صمته

إيلاف
خاص بإيلاف: في أول موقف يدلي به بعد تركه منصبه رئيسا للاستخبارات السعودية، يقرأ الأمير بندر بن سلطان الاتفاق النووي الإيراني في رسالة بعنوان “طبق الأصل ثانية”، استلمتها إيلاف وتنشر نصها في السطور التالية.
يقول نقادٌ في الإعلام وفي السياسة إن الاتفاق النووي الذي عقده الرئيس باراك أوباما مع إيران هو نسخة طبق الأصل عن الاتفاق النووي الذي عقده الرئيس الأسبق بيل كلينتون مع كوريا الشمالية.
إلا أنني، وبكل تواضع، لا أتفق مع هذا الرأي. فالرئيس كلينتون اتخذ قراره آنذاك على أساس تحليل استراتيجي للسياسة الخارجية الأميركية، وعلى معلومات استخبارية سرّية، على رغبته ونواياه الحسنة لإنقاذ شعب كوريا الشمالية من مجاعة تسببت بها قيادته. واتضح بعد ذلك أن ذلك التحليل الاستراتيجي للسياسة الخارجية كان خاطئًا، إلى جانب فشل استخباراتي كبير، لو عرف به الرئيس كلينتون قبل اتخاذه قراره لما اتخذه، وأنا واثق تمامًا من ذلك.
أما الرئيس أوباما، فقد اتخذ قراره بالمضي قدمًا في الصفقة النووية مع إيران وهو مدركٌ تمام الادراك أن التحليل الاستراتيجي لسياسته الخارجية، والمعلومات الاستخبارية المحلية وتلك الآتية من استخبارات حلفاء أميركا في المنطقة لم تتنبأ جميعها بالتوصل إلى نتيجة الاتفاق النووي نفسها مع كوريا الشمالية فحسب، بل تنبأت بما هو أسوأ، إلى جانب حصول إيران على مليارات من الدولارات. فالفوضى ستسود الشرق الأوسط، الذي تعيش دوله حالة من عدم الاستقرار، تلعب فيها إيران دورًا أساسيًا.
وبالتالي، السؤال الذي يجب طرحه هو:
لماذا يصر الرئيس أوباما على عقد مثل هذه الصفقة رغم أنه يعرف ما لم يعرفه الرئيس كلينتون عندما عقد صفقته مع كوريا الشمالية؟
ليس الأمر بالتأكيد أن الرئيس أوباما ليس ذكيًا بما فيه الكفاية، ولكن لأنه ذكي بما فيه الكفاية. وأرى أن السبب الحقيقي وراء عقد هذه الصفقة هو أن الرئيس أوباما صادقٌ ومتصالح مع نفسه، ولأنه مقتنع تمامًا بأن ما يفعله هو الصحيح. وأعتقده يرى أن كل ما يمكن أن يكون كارثيًا بسبب قراره هذا هو ضرر جانبي مقبول.
تنشر "إيلاف" نص الرسالة الأصل للأمير بندر بن سلطان تعقيبًا على الإتفاق النووي باللغة الانكليزية على الرابط التالي:

لكن، من أكون أنا لأخرج بمثل هذا الاستنتاج العميق؟
بكل تواضع، أنا رجل عمل مباشرة مع رؤساء الولايات المتحدة من جيمي كارتر حتى جورج دبليو بوش. وبكل تواضع، أنا رجل مثّل بلاده في الولايات المتحدة الأميركية العظيمة 23 عامًا، وقضى 17 عامًا من حياته يخدم في جيش بلاده. وإن كان كل هذا لا يؤهلني للإدلاء برأي مستند إلى معلومات أكيدة بشأن هذه المسألة، يمكنني أن أضيف أنني منذ 2005 وحتى 2015، شغلت منصب مستشار الأمن القومي لقادة بلادي، ورئيسًا للاستخبارات، ما مكنني من الاطلاع مباشرة على قرارات قيادة بلادي، وعلى التحليل الذي يقدمه الرئيس أوباما.
وكشفًا عن المعلومات، علي أن أعترف بأنني لم يسبق لي أن عملت مع الرئيس أوباما، كما لم ألتق به شخصيًا، لا قبل أن صار رئيسًا ولا بعد ذلك. والمعلومات الوحيدة التي أستند إليها في تقويمي للرئيس هي التي أمدني بها الملك الراحل عبد الله، أو تلك التي طلب نصيحتي بشأنها، حين كان يستدعي الأمر التعامل مع الرئيس أوباما. وهذه المسائل كلها كانت تمر، ذهابًا وإيابًا، من خلال السيد عادل الجبير، سفيرنا في واشنطن آنذاك ووزير خارجيتنا راهنًا.
لقد قصرت ملاحظاتي على الاتفاق النووي الإيراني، لكن ثقوا بي حين أقول إن سياسات الرئيس بشأن الشرق الأوسط عمومًا وسوريا والعراق واليمن بصفة خاصة فتحت عيوننا على شيء لم نكن نتوقعه منه ويمكن مناقشتها في وقت آخر. أما الآن، وبكل تأكيد، أنا أكثر اقتناعًا من أي وقت مضى بأن صديقي العزيز، الثعلب القديم هنري كيسنجر، كان مصيبًا حين قال: "على أعداء أميركا أن يخشوا أميركا، لكن على أصدقائها أن يخشوها أكثر".
في النهاية ان الناس في منطقتي يتوكلون على الله ويعززون قدراتهم وتحليلهم للوضع بالتعاون مع الجميع، باستثناء حليفنا الأقدم والأقوى.
هذا يفطر القلب، إلا أن الحقائق مرّة، ولا يمكن تجاهلها.
بندر بن سلطان بن عبدالعزيز آل سعود
سفير السعودية في الولايات المتحدة الأميركية بين العامين 1981 و2005