quinta-feira, 9 de julho de 2015

Anistia Internacional afirma que terroristas mortos por Israel eram "profissionais de saúde"; Jihad Islâmica celebra os mortos como combatentes do grupo

Do site da Anistia Internacional:



O texto diz:
"Aproximadamente as 15:30, aviões israelenses bombardearam uma ambulância do Ministério da Saúde. Como resultado, 3 profissionais de saúde foram mortos: 'Aatef Saleh al-Zameli, 42, o motorista; Yousef Ejmai'an al-Zameli, 33, um enfermeiro; e Yousef Jaber Darabih, 25, um paramédico voluntário."
A verdadeira identidade dos "profissionais de saúde" foi revelada pelo grupo terrorista Jihad Islâmica, que fez cartazes celebrando os mortos: 
(informações publicadas originalmente na postagem intitulada "A ambulância do terror da Jihad Islâmica; ONG diz que os mortos eram civis")

Aqui estão os três "profissionais da saúde" mortos por Israel:

Aatef Saleh al-Zameli عاطف صالح الزاملي

Yousef Ahmad Sheikh al-Eid  يوسف أحمد الشيخ العيد 

Yousef Jaber Darabih  يوسف جابر درابيه

*Este parece ser o único erro involuntário da ONG/Anistia Internacional. Elas dizem que o "enfermeiro" morto se chamava Yousef Ejmai'an al-Zameli, mas de acordo com a imprensa árabe o seu nome era Yousef Ahmad Sheikh al-Eid:

"واستشهد عصر اليوم ضابط الاسعاف عاطف الزاملي والممرض يوسف جميعان شيخ العيد و المتطوع في الإسعاف الشهيد يوسف جابر درابيه خلال تأديتهم واجبهم في اخلاء و نقل الجرحى من شرق رفح"


Anistia Internacional acusa Israel de matar civis; grupos palestinos afirmam em árabe que todos os mortos eram combatentes

O site da Anistia Internacional traz a ação do exército israelense realizada no dia 19 de julho de 2014, em Khan Younes.

A ONG de direitos humanos al-Mezan Center [1] também menciona o mesmo evento, descrevendo cada um dos mortos em detalhes:
Por volta de 01h50 no sábado, dia 19 de julho de 2014, aviões israelenses atacaram um grupo de civis sentados em frente de suas casas na rua al-Ladadwa, na cidade de Khan Younis. Nove pessoas -- incluindo três crianças -- foram mortas e outras duas foram moderadamente feridas. Três dos que foram mortos eram irmãos: Mohammed Reda Salhiyya, 22; Mustafa Reda Salhiyya 21, e Wasseem Reda Salhiyya, 15. Outros dois irmãos foram mortos: Yahya Al Surry, 20, e seu irmão Mohammed, 17. Os outros quatro eram moradores da região e foram identificados como: Mohammed Mostafa Salhiyya, 32 ; Ibrahim Jamal Nasser, 13; Mohammed Awad Nasser, 25, e Rushdy Nasser, 25.
O problema? De acordo com grupos árabes-palestinos, TODOS os mortos eram combatentes. Posteres celebrando os terroristas mortos:



De acordo com este poster, todas estas pessoas eram membros das Brigadas Abu Rish, incluindo os rapazes de 15 anos e 17 anos.

O site da anistia afirma que 3 crianças foram mortas nesta ação -- além dos rapazes de 15 e 17 anos, Ibrahim Jamal Nasser, supostamente um menino de 13 anos, também foi morto. O problema é que além de Nasser não ser uma criança, ele também era um terrorista



sábado, 4 de julho de 2015

"A obesidade tornou-se prevalente na Faixa de Gaza"

Por Mohammed Othman no site pró-Palestino al-Monitor:
A obesidade se tornou prevalente na Faixa de Gaza, como confirmado pelo aumento da procura por nutricionistas. Ata Qaisi, um consultor de saúde e proprietário da Diet Center da Cidade de Gaza, disse que a obesidade pode ter repercussões negativas sobre a vida de uma pessoa, tornando-a mais vulnerável a hipertensão, diabetes e dores articulares. As mulheres obesas também são mais suscetíveis a complicações na gravidez e abortos, de acordo com Qaisi. 
Qaisi disse ao al-Monitor que há uma grande demanda em Gaza por programas de perda de peso. "O conforto está na melhoria da aparência e isso é o que buscamos através de nossos programas, que devem ser seguidos através de dietas e não apenas com base na perda de peso. Quando a pessoa considera que o peso foi reduzido e a forma foi melhorada, toda a sua vida muda completamente. É assim que as pessoas encontram conforto em seus corações e mentes ", disse ele.
Na Faixa de Gaza, uma grande proporção de pessoas sofre de obesidade. "Apenas 18% a 25% dos moradores da Faixa têm um peso normal", disse ele. "O resto está sofrendo de obesidade, devido à natureza de nosso padrão de vida, além do estilo de vida social desequilibrado, maus hábitos alimentares, tradições alimentares e consumo de sobremesa." 
Ele acrescentou: "uma proporção tão grande é o resultado de doenças comuns, tais como diabetes, estresse, câncer e reumatismo. Se, por exemplo, a proporção de doentes com tensão arterial elevada é 30% da população, sei que 97% deles são devidos à obesidade, e o resto são por causas acidentais."

O fenômeno da obesidade nos territórios sob controle dos árabes-palestinos já tinha sido notado por órgãos ocidentais anos atrás.

De acordo com o jornal britânico The Economist, os palestinos então entre as populações mais obesas do mundo -- as mulheres estão em terceiro lugar (42.5% das palestinas são consideradas obesas) e os homens palestinos estão em oitavo lugar (23.9%).




Já de acordo com os números da UNRWA (órgão da ONU responsável por perpetuar indefinidamente os "refugiados palestinos"), a taxa de obesidade na Faixa de Gaza está em 34% para os homens e em 41,6% para as mulheres. Na Cisjordania 28,7% dos homens e 52,6% das mulheres são obesos.

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Incêndio em mesquita inicialmente atribuído a "extremistas judeus" foi causado por árabes-muçulmanos; imprensa omite o fato depois de usar o caso para atacar virulentamente colonos e Israel

No fim de 2011, a cidade de Zanghariyah -- um vilarejo israelense de maioria beduína e muçulmana -- viu uma de suas mesquitas ser destruída por um incêndio criminoso. Os responsáveis deixaram pichações em hebraico falando em vingança. 

A imprensa, assim como políticos e a polícia israelense, imediatamente e sem nenhuma prova, culpou "judeus extremistas" pelo crime e afirmou que ele era uma resposta ao assassinato de Asher Palmer (24) e de seu bebê Yonathan, que foram mortos por árabes quando o carro em que viajavam sofreu um acidente depois de ser atacado com pedras. Depois de matar o pai e seu bebê, os árabes ainda roubaram os pertences que estavam com os corpos. 

Alguns meses depois, já em 2012, árabes beduínos vieram a público culpando outros moradores pelo incidente. A imprensa, que tanto destaque deu ao caso quando podia culpar judeus e Israel pelo ocorrido, simplesmente omitiu o resultado das investigações, o testemunho do morador da aldeia e nem mesmo corrigiu os textos anteriores.

Tradução e transcrição do hebraico feitas pelo leitor Kobi S.




Repórter: Encontramos o sargento Bassam Sawa'id. Ele manca por causa de uma perna perdida enquanto servia como soldado israelense no Líbano. E para ele não restam dúvidas.

Bassam Sawa'id: Um judeu não viria incendiar esta mesquita. Quem incendiou a mesquita foi um de nós (beduínos), e digo isso e não temo ninguém.

Do vilarejo, infelizmente.
Certeza. Não 90%, eu te digo com certeza que [essa pessoa] é do vilarejo.
Não viria ninguém de fora. Judeus não sabem onde fica a mesquita. Há três mesquitas aqui no caminho de Tuba (vilarejo árabe vizinho de Zanghariyah, mais próximo de cidades habitadas por judeus), [por que] iriam até Zanghariyah?

Repórter: Vamos voltar a esta imagem por um momento. As inscrições, aparentemente, foram feitas com carvão. Será que alguém esperou que a mesquita ficasse queimada e só depois pichou o local?
E como um estranho entrou neste local tão quieto sem que ninguém o notasse?

E por que um árabe faria isso? 

Bassam Sawa'id: Eu te digo: por ódio. Um odeia o outro, um fala do outro. Você não tem idéia do que acontece aqui no vilarejo.

Repórter: Continuamos perguntando, e logo percebemos que esta pergunta era completamente desnecessária.
Morador do vilarejo: Por que importa quem queimou a mesquita? Pra quem isso é importante?
Repórter: Isso não é importante?
Morador do vilarejo: Depende de pra quem a pergunta é feita...
Repórter: Para você?
Morador do vilarejo: Para mim?
Repórter: Teve muita confusão naquele dia.
Morador do vilarejo: Certo. Sempre tem muita confusão por aqui. 

אנחנו פוגשים את רב-סמל באסם סוועיד.
הצליעה היא בגלל רגל שאיבד כלוחם השייטת במצבע בלבנון. ולו אין ספק.

יהודי לא יבוא לשרוף את המסגד הזה. מי ששרף את המסגד זה אחד מאיתנו, ואני אומר את זה ולא מפחד מאף אחד.
מהכפר, לצערי הרב.
בטוח. לא %90. אני אומר לך שבטוח שזה מהכפר.
לא יבוא מישהו מבחוץ. יהודי לא יודע איפה המסגד.
יש שלושה מסגדים פה בדרך מטובא, הלך לזנגרייה?

בואו נחזור לרגע לתמונה הזו. הכיתוב, מסתבר, בוצע בפחם.
האם מישהו חיכה שהמסגד יישרף, לקח חתיכת פחם ורק אז כתב את הכתובת במקביל לקו הפיח?
ואיך נכנס לכאן, לשקט הזה, מישהו מבחוץ, מבלי שאף אחד יבחין בו?

ולמה שערבי יעשה את זה?

אני אומר לך: זה מתוך שנאה. אחד שונא את השני, אחד מדבר על השני.
אתה לא יודע מה הולך בכפר פה.

המשכנו לשאול ואז הבנו שהשאלה הזו די מיותרת.
- למה זה מעניין מי שרף את המסגד? את מי זה מעניין מי שרף את המסגד? 
- זה לא מעניין? 
- תלוי את מי שאתה שואל.
- אותך?
- אותי?
- היה הרבה בלגן באותו יום.
- נכון, תמיד יש בלגן פה.

Como a imprensa brasileira/internacional noticiou o ocorrido: 

Folha de S. Paulo: "Ataque a mesquita choca os israelenses" 
Suspeita recai sobre extremistas judeus; autores picharam, em hebraico, a palavra 'vingança' nas paredes

REUTERS: "Incêndio em mesquita de Israel é atribuído a judeus radicais"

Estadão: "Incêndio em mesquita de Israel é atribuído a judeus radicais"

IG: "Incêndio em mesquita de Israel é atribuído a judeus radicais"

Os sempre desonestos Luiz Nassif e Opera Mundi: "Incêndio criminoso de mesquita em Israel"
Extremistas judeus colocaram fogo em uma mesquita nesta madrugada em Israel. Agora os terroristas árabes não estão mais sós nas suas barbaridades.

Aliás, quem é melhor informado sabe que os terroristas árabes não estavam sozinhos nisto há muito tempo, mas agora os extremistas judeus também mostraram sua verdadeira face escancaradamente, de uma maneira que a mídia internacional não pode mais esconder. 

O Globo: "Judeus radicais seriam responsáveis por incêndio em mesquita no norte de Israel, dizem policiais"
- É óbvio que judeus extremistas fizeram isto. Apesar das nossas divisões internas, nunca iríamos (os árabes) destruir uma mesquita - disse um morador, revoltado.


Mais detalhes sobre o caso podem ser encontrados aqui (em hebraico). E aqui, em francês

sábado, 6 de junho de 2015

Ministro jordaniano e presidente da Autoridade Palestina afirmam: A Jordânia é a Palestina

Na semana passada, na Conferência islâmica de Jerusalém na Universidade al-Quds, o ministro jordaniano Hayel Dawod afirmou que "a Jordânia e Palestina são um só corpo com um espírito".

Esta semana, o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, concordou, dizendo a seus anfitriões jordanianos que "vamos manter a nossa relação como um povo que vive em dois estados."

Hayel Dawod: 


Mahmoud Abbas: