terça-feira, 31 de março de 2015

Luxo em Gaza: Shopping Andaluseyya

O jornalista Abeer Ayyoub, do jornal egípcio al-Masry al-Youm, escreve sobre a abertura de mais um shopping center na Faixa de Gaza.

Original 
publicado no dia 20/07/2011
Depois de realizar a sua abertura inaugural na terça-feira, o shopping de três andares na cidade de Gaza agora oferece toda a gama de produtos. O supermercado tem quase todas as mercadorias possíveis. Lojas de sapatos com marcas populares, como Nike, Adidas e Fox, se encontram ao lado de lojas de roupas exibindo manequins com minissaias e camisetas com cores vibrantes. 
No último andar do shopping Andaluseyya, os clientes são capazes de desfrutar bons momentos com a família, comer em restaurantes, jogar jogos de fliperama e, pela primeira vez em Gaza, assistir a um filme no cinema. Escadas rolantes, raras neste enclave costeiro sitiado, levam as pessoas entre os andares. Para finalizar, o ar-condicionado proporciona um refúgio muito necessário do calor opressor do lado de fora. 
Além da construção recente, que abriu o caminho para a criação deste shopping, a cidade de Gaza está em um processo de abertura de vários resorts à beira-mar. Depois de três anos com limitadas -- quase inexistentes -- construções comerciais, as empresas de construção estão agora destruindo as imagens estereotipadas de Gaza como território destituído e com condições comparáveis as das regiões sub-saarianas mais devastadas.

Fotos do Shopping Andaluseyya:









domingo, 29 de março de 2015

Hotel de alto luxo é construído em Gaza; primeiro-ministro da Autoridade Palestina se hospeda no local e gasta 324 mil reais em estadia de 2 dias

O site Felesteen informa que o primeiro-ministro da Autoridade Palestina, Rami Hamdallah, se hospedou junto com sua comitiva por dois dias no hotel al-Mashtal, em Gaza, na semana passada. 

Ainda de acordo com o artigo, que cita fontes palestinas, a comitiva de Hamdallah ocupou mais de 40 quartos e algumas outras partes do hotel. Os quartos custam entre $400 e $600 (entre R$1296,00 e R$1944,00) por noite, e as suítes chegam a $1400 (R$4536,00), o que significou um gasto de $70.000 (R$226.800,00) com quartos. Além disso, a comitiva gastou $20.000 (R$64.800,00) com alimentação e mais $10.000 (R$32.400,00) com transporte, o que representou um gasto total de $100.000 (R$324.000,00) por dois dias de estadia. 

De acordo com informações fornecidas pelo próprio hotel, o al-Mashtal Gaza é um luxuoso hotel de 5 estrelas inaugurado no dia 5 de maio de 2011.

Ele tem a "forma de um luxuoso transatlântico com 8 instalações e 222 quartos espaçosos com vista para o Mar Mediterrâneo e totalmente equipados de acordo com padrões internacionais. Spa, ginásio completo, restaurante que oferece pratos internacionais, mediterrâneos e árabes."



Original

100 ألف دولار تكلفت زيارة الحمد الله لغزة

آخر تحديث: الأحد, 29 مارس, 2015, 14:43 بتوقيت القدس


كشفت مصادر فلسطينية مطلعة النقاب أن زيارة رئيس حكومة الوفاق الوطني إلى غزة رامي الحمد الله نهاية الأسبوع الماضي كلفت ميزانية السلطة قرابة 100 ألف دولار، وذلك على الرغم من أنها استمرت لمدة يومين فقط.

وكان الحمد الله وصل برفقة وزير الصحة جواد العلي، ونائبه زياد أبو عمرو، والناطق باسم الحكومة إيهاب بسيسو، وعدد من المسئولين إلى قطاع غزة بعد ظهر يوم الأربعاء (25|3)، وغادروها مساء الخميس (26|3).

واستقر الحمد الله والفريق الذي رافقه في فندق "الموفمبيك" غرب مدينة غزة، وهو فندق فخم يصنف بأنه خمس نجوم، وحجزوا فيه قرابة أربعين غرفة، (مزدوجة) إضافة إلى عدد من الأجنحة "الملكية" لمدة يومين، كما استفادوا من قاعات الاجتماعات واللقاءات التي تمت في الفندق مع الشخصيات والمسؤولين الذين التقاهم الحمد الله على مدار اليومين.

ويشار إلى أن سعر الغرفة المزوجة في الفندق المذكور يتراوح ما بين 400 إلى 600 دولار في الليلة الواحدة، في حين سعر "الجناح الملكي" يتراوح ما بين 1000 إلى1400 دولار في الليلة الواحدة.


وأوضحت المصادر لـ "قدس برس" أن فاتورة الفندق زادت عن السبعين ألف دولار، في حين فاتورة الطعام الذي تناوله الحمد الله وفريقه اقتربت من العشرين ألف دولار، كما انه تم صرف عشرة آلاف دولار عبارة عن وقود للسيارات ونثريات وغيرها من الخدمات.

ويرى مراقبون أن هذا المبلغ (100 ألف دولار) مرتفع جدًا لزيارة استغرقت يومين في ظل حديث السلطة عن أزمة مالية خانقة وحالة التقشف الذي تعيشه.

قدس برس

sábado, 28 de março de 2015

Entrevista com Ayoub Kara, político druso do partido Likud



Ayoub Kara, um parlamentar druso membro do partido Likud (liderado por Benjamin Netanyahu), orgulha-se de ser considerado um dos políticos mais a direita em Israel e por ser mais sionista que a maioria dos judeus do país.

Kara, que foi nomeado por Netanyahu como ministro adjunto para o desenvolvimento do Negev e da Galiléia, foi eleito pela primeira vez para o parlamento israelense em 1999. Ele já ocupou os cargo de porta-voz do congresso, serviu como presidente da Comissão dos Trabalhadores Estrangeiros e depois como presidente do Comitê Anti-Drogas.

Ayoub Kara vive na cidade drusa de Daliyat al-Karmel, perto de Haifa, com sua esposa e cinco filhos.


Entrevista (original)

Você pode explicar a história e as atitudes do povo druso?
Os drusos descendem de Jetro, o sogro de Moisés. Tanto Jetro quanto Moisés são profetas para os drusos, e nós compartilhamos o mesmo livro religioso com os judeus. Os drusos acreditam, por meio do profeta Jetro, que a terra de Israel é dos judeus e deve ser defendida para os judeus.

Cerca de uma centena de anos atrás, quando os judeus queriam criar um estado próprio, os drusos os ajudaram. Eles defenderam kibutz (cooperativas agrícolas) judaicos e forneceram armas aos judeus no norte. Eles até mesmo cooperaram com os drusos na Síria para apoiar os judeus. Há cerca de dois milhões de drusos em Israel, que vivem no norte, na Galiléia, no Carmel, e nas Colinas de Golã, e servem no exército israelense. Ao contrário dos palestinos, não temos aspirações por um estado próprio.

Os drusos em outros países compartilham as mesmas crenças em relação a Israel?
Esta é a filosofia da maioria dos drusos, mas eles estão com medo de falar sobre isso. Os drusos têm medo dos muçulmanos. Privadamente, eles dizem que compartilham uma religião histórica com os judeus, mas em voz alta a maior parte do drusos não falam assim. Não há democracia e liberdade de expressão nos países árabes, e muitos dos drusos são pressionados a se converter ao Islã. Em Israel é diferente, porque temos a liberdade de dizer que somos drusos, e temos até uma bandeira drusa ao lado da bandeira israelense. Nós não podemos fazer isso em países árabes. Eu estive no Líbano e na Síria, e eu sei como os drusos lá se sentem. Eles se sentem como estrangeiros e estão com medo dos muçulmanos.

Até que ponto a sua família esteve envolvida na luta de Israel por sobrevivência?
Antes de 1948, meu avô ajudou os judeus e pagou um grande preço. Seu filho -- meu tio -- foi o primeiro druso a ser morto pelos árabes em 1939. Ele era um oficial ao lado de Chaim Weizmann, o primeiro presidente de Israel, e foi morto por árabes em Acco [Acre], porque disseram que ele apoiava os judeus. Meu pai lutou com a Tzahal (exército de Israel) em 1948 na Galiléia. Outro tio meu foi morto por árabes na mesma época. E os meus dois irmãos foram mortos na Guerra do Líbano, em 1982, perto de Beirute.

Eu também fiquei gravemente ferido na Guerra do Líbano, e meus pais morreram em seguida de tristeza. Voltei para o meu vilarejo perto de Haifa e comecei a minha própria família depois disso. Eu preciso de paz. Eu não gosto de guerra, mas eu falo sobre a minha tragédia porque isso é importante para saber como a minha família pagou um preço por defender Israel. Eu acredito que a maior importância para mim, mais do que tudo, é que eu vivo em um estado democrático com os direitos humanos. Em todos os países árabes vizinhos não existem direitos humanos, não há tribunais, não há justiça.

Você serve como ministro adjunto da Galiléia e do Negev. Quais desafios você considera mais importantes nestas áreas?
O grande problema na Galiléia e no Negev é a migração de pessoas dessas áreas para o centro de Israel. Elas se mudam para lá para estudar e trabalhar, porque não temos empresas e negócios no norte e no sul para proporcionar trabalho para os jovens. E quando eles se deslocam para o centro, isto significa que os árabes ganham nestas áreas. O presidente [Shimon] Peres continua falando sobre dados demográficos como a razão para dar aos palestinos um outro estado. No futuro, um novo Peres poderia chegar e dizer que temos que dar aos árabes do norte e do sul um outro estado. Tenho medo disso porque vai haver mais árabes do que judeus lá.

Que esforços você está fazendo para combater este problema?
Eu estou tentando introduzir novas iniciativas no governo. Uma delas é na área da educação. Agora oferecemos aos soldados que terminam o exército a oportunidade de estudar gratuitamente na Galileia e no Negev, e também estamos construindo uma grande faculdade de medicina na Galiléia. Estamos tentando construir novas e grandes estradas para que as pessoas se desloquem mais rapidamente do centro [de Israel]. Apoiamos as empresas que vêm a estas áreas e proporcionamos incentivos para elas. Nós permitimos que Intel abrisse uma grande fábrica no Negev com muitos benefícios do governo. Esta é a nossa oportunidade de mudar a demografia. Se nós não perseguirmos isso, nos encontraremos com mais árabes do que judeus nessas áreas. Em 1948, havia 20.000 beduínos no Negev. Agora, sem imigração, existem 200 mil beduínos.

Você falou veementemente contra a retirada de Gaza. Você acha que a população israelense aprendeu alguma coisa com os resultados dessa retirada?
Eu acho que o povo judeu é muito ingênuo. Eu fui contra a retirada do Líbano e fiquei sozinho na oposição. Eu disse que o Hezbollah se sentiria motivado com isso. Em 1982, a maior parte da população do Líbano era mais liberal - cristãos, drusos e muçulmanos seculares - e nós estavamos praticamente em paz com eles. Eu disse para [o então primeiro-ministro Ehud] Barak que era importante que apoiássemos este grupo. Mas nós nos retiramos rapidamente e o Hizbullah ganhou força nesta área, como resultado da retirada.

A mesma coisa aconteceu quando Sharon comandou a retirada de Gaza. Eu liderei a oposição a este plano no governo, mas quando eu me pronunciei, fui acusado de me opor a paz e de apoiar a guerra. Tentei parar o retirada através do comitê financeiro do parlamento, mas me disseram que se eu não concordasse, eles me jogariam para fora do parlamento. Agora é diferente. Mais de 90% agora entende que o que aconteceu em Gush Katif (Gaza) e no sul do Líbano foi um erro. Eles sabem que se houvesse qualquer retirada em Yehuda e Shomron (Cisjordânia), a mesma coisa que aconteceria e haveria uma ascendência iraniana nessas áreas.

Mas nós temos a Suprema Corte e outros liberais em Israel que pensam que estão a negociar com pessoas que têm a mesma mentalidade que judeus, europeus ou americanos. Mas no Oriente Médio, os árabes lhe dizem o que você quer ouvir e não o que você tem que ouvir. Os judeus não entenderam isso até agora.
Eu não quero que Israel cometa outro erro. Este é o meu estado. Para mim, a religião não é importante - druso, judeu ou cristão. Eu sou um patriota israelense.

No entanto, você serve como um ministro adjunto em uma coalizão do Likud, cujo primeiro-ministro endossou a solução de dois Estados e pressiona por negociações diretas com os palestinos. Você vê isso como uma contradição?
Eu apoio Netanyahu e sou um de seus amigos mais próximos. Eu não acho que ele desistiria de qualquer território, mas ele é realista e sabe que ficaria mal aos olhos do mundo caso ele venha a se opor a Obama. Obama tem uma agenda para dar um estado aos palestinos. Mas ele não mora aqui. Nós moramos. Quando eles nos forçaram em Gush Katif (Gaza), nos lhes demos a terra, e quando fomos atacados depois eu não vi os EUA virem para nos defender...

É muito popular dizer "dois Estados para dois povos", mas quando você fala isso, você tem que ter um parceiro e uma liderança para dar-lhes um Estado. Quem levaria este estado? Abbas e Fayyad não podem atravessar a fronteira de Hebron. Se houvesse uma eleição na Cisjordânia, é claro que o Hamas ganharia. E Abbas e Fayyad não comandm Gaza. Eles não são relevantes lá. Se eles atravessassem a fronteira para Gaza o Hamas os mataria. É por isso que eu rio quando falam sobre dois estados.

Em toda a história, nunca houve um Estado palestino. Eu não apoio a solução de dois Estados. Temos que olhar para as intenções dos palestinos. A maioria dos palestinos não acreditam que Israel deva existir. O estado dos palestinos é a Jordânia. Mais de 90% da [população da] Jordânia é palestina. Se eles querem que a gente volte para as fronteiras de 1967, então a Jordânia deve comandar as cidades palestinas na Judéia e Samaria (Cisjordânia) de forma civil, e não na defesa [militarmente], enquanto Israel deve [manter a sua presença] nas grandes cidades e em todas as áreas no meio. E o Egito deve retomar o controle de Gaza. Devemos acabar com qualquer relacionamento com Gaza. Não temos qualquer outra solução para Gaza. De facto, temos outro estado lá.

Mas e se o Egito não quiser uma relação com Gaza?
E daí? Nós estamos sendo forçados a dar outro estado e também não queremos que isso aconteça. 
Se eles querem que a gente se desloque para as fronteiras de 1967, então eles tambem têm que fazer o mesmo (até 1967 Gaza era território controlado pelo Egito). 
O Egito tem problemas com a Irmandade Muçulmana, mas nós também temos nossos problemas. Se os egípcios matassem algumas milhares de pessoas em Gaza, em plena luz do dia, ninguém diria nada, mas se Israel mata um palestino isso vira notícia em todo o mundo. Se nós não dermos Gaza para o Egito, não há outra solução. A mesma coisa com a Jordânia e a Cisjordânia.

Precisamos de uma verdadeira paz no Oriente Médio, mas eu não vou concordar com o plano de Obama. Nenhum Obama e nenhum Osama pode nos forçar a permitir que o Irã entre em Jerusalém.


quinta-feira, 26 de março de 2015

Fatah comemora o aniversário de Mahmoud Abbas, presidente que está no décimo ano do seu mandato de 4 anos

Hoje é o aniversário de Mahmoud Abbas, e o grupo Fatah, que é comandado por ele, publicou em sua página oficial no Facebook uma mensagem parabenizando o aniversariante:




A imagem diz: "Mais um ano e nosso presidente está indo muito bem" (literalmente "Todo ano e nosso presidente está 1000 vezes bem"), que é uma expressão árabe muito usada para parabenizar pessoas em datas especiais, como aniversários.
كـــل عــــام ورئـــيــــس دولــتــنــا بــألــف خـــير

Mais um ano se passou e o "presidente" Abbas está "1000 vezes bem" porque este grande democrata não permite a realização de eleições desde que foi eleito, em 2005, para um mandato de 4 anos. Abbas está no poder há dez anos.

terça-feira, 24 de março de 2015

Página oficial da cidade de Ramallah comemora linchamento de israelenses indefesos


Legenda: O assassinato de dois soldados israelenses "disfarçados" pelas mãos dos manifestantes na delegacia de Ramallah 
مقتل جنديين اسرائيليين " مستعربين " على يد المتظاهرين في مركز الشرطة وسط مدينة رام الله ‫#‏قبل‬ _13_عاما 


No dia 12 outubro de 2000, os reservistas Yossi Avrahami e Vadim Nurzhitz se perderam a caminho de uma base militar e acabaram por engano na cidade de Ramallah, que é controlada pela Autoridade Palestina.

A polícia palestina os interceptou e levou os dois sob custódia. A notícia de que dois israelenses estavam sendo mantidos na delegacia chegou até os ouvidos dos árabes-palestinos. Cerca de 1000 manifestantes se reuniram em frente ao local, que acabou por ser invadido.  

Um homem chamado Aziz Salha foi o primeiro a encontrar os soldados. Ele os espancou, esfaqueou e depois os desmembrou junto com outros palestinos. Depois, em êxtase, ele posou para a já famosa foto em que celebra de forma triunfante as mortes mostrando as mãos manchadas de sangue na janela do quarto onde os dois eram mantidos, causando uma celebração alucinada por parte da multidão.

A multidão, em seguida, arrastou os corpos desmembrados para uma praça a fim de celebrar. As forças policiais da Autoridade Palestina, que mantiveram os israelenses presos, nem sequer tentaram intervir. Alguns policiais chegaram a participar da barbárie.

O site Israel National News traz detalhes sobre a participação dos policiais no linchamento:
Ra'ad al-sheikh, um policial de Ramallah, avistou um Ford Sierra vermelho se aproximando da estação. Ele abordou os israelenses para saber o que eles estavam fazendo na cidade. 
"Eles me disseram que se perderam e que precisavam chegar a Beth-El."
"Eu levei os soldados para dentro da delegacia, depois que a multidão
 começou a me pressionar"

A partir deste momento, o policial começa a contar como atacou os reféns:
"Eu vi que o soldado estava vivo e de pé. Fui até o soldado russo e bati nele com o cano de ferro que eu estava segurando em minhas mãos. Então, dei um soco na cabeça dele até que o soldado começou a fazer ruídos como os de quem está engasgando."

O policial Tariq Tabesh também participou do assassinato: 
"Eu vi um soldado no chão, deitado de barriga para baixo, chorando e dizendo coisas em hebraico que eu não conseguia entender. Eu bati nas suas costas três vezes."

Salha contou aos investigadores que ele entrou no local depois de ver um carro com uma placa israelense estacionado do lado de fora da delegacia. Ele também afirmou que a multidão o encorajou a entrar na estação. "Eu vi um soldado israelense deitado de bruços".
"Eu me aproximei dele e vi uma faca enfiada na parte de trás de seu ombro direito", Eu arranquei a faca e o esfaqueei nas costas duas ou três vezes, e deixei a faca em suas costas. Outras pessoas no quarto continuaram a bater nas pernas do soldado."
"Depois de esfaquear o soldado eu coloquei minha mão sobre sua boca para estrangulá-lo. Eu vi que as minhas mãos estavam manchadas de sangue e minha camisa coberta de sangue. Em seguida, fui até a janela e acenei com minhas mãos para as pessoas." 

Barbárie: árabes-palestinos comemoram os assassinatos desfilando em êxtase com pedaços dos corpos dos israelenses nas ruas da Cisjordânia:



É isso o que o site oficial da cidade de Ramallah celebra publicamente.