quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Líbano inicia construção de muro em volta de campo de refugiados palestinos -- com aprovação do Hamas e das lideranças palestinas


De acordo com o site libanês almodon.com, o governo libanês iniciou a construção do que chamou de 'muro de segurança' -- e que o site classifica como "muro da vergonha" -- em volta de um campo de refugiados palestinos.

Tradução: "Autoridades libanesas iniciam construção de muro de isolamento ao redor de Ain al-Hilweh, lar de 75 mil palestinos"


O "campo de refugiados" de Ain al-Hilweh é na verdade um bairro com população de aproximadamente 70 mil pessoas. Praticamente todos os habitantes do local, apesar de chamados de palestinos, nasceram em território libanês.

Em declaração feita ao jornal Daily Star, Abu Ahmad Faysal, um membro do Hamas, afirmou que a obra terá ainda 4 torres e que "a construção do muro tem como meta diminuir os confrontos entre os habitantes [do campo] e o exército [libanês]".

A matéria publicada no Daily Star prossegue:
De acordo com a declaração, o chefe das Forças de Segurança palestinas no Líbano, o general Sobhi Abu Arab, confirmou que o povo de Ain al-Hilweh estaria apoiando o Exército enquanto este inicia as obras. 
Após as reuniões, os líderes deixaram claro que não havia objeções a construção do muro. 
O membro da frente democrática Fouad Othman salientou que a cooperação estava em curso em todos os aspectos da construção. "Não há objeção palestina no que diz respeito ao muro", disse ele ao Daily Star

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Terrorista palestino invade casa e esfaqueia menina de 13 anos até a morte durante o sono; jornal árabe financiado pela União Europeia o chama de "mártir"

Hallel Yaffe Ariel, de 13 anos, foi esfaqueada repetidamente enquanto dormia por um terrorista palestino de 17 anos que invadiu sua casa em Kiryat Arba, nesta quinta-feira de manhã. Um homem que tentou salvar a criança ficou gravemente ferido no ataque.

A menina Hallel Yaffe Ariel e seu quarto após o ataque terrorista que a vitimou

Muhammad Nasser Tarayrah, o terrorista que foi morto, é chamado de mártir (شهيد) pelo jornal árabe-palestino Ma'an, que é considerado moderado e que é financiado pela União Europeia. A vítima, uma criança esfaqueada enquanto dormia, é descrita apenas como "um colono".



A mãe do terrorista concedeu entrevista dizendo que o filho é um "herói":

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Terroristas palestinos vestidos de judeus ortodoxos matam 4 pessoas e ferem dez em mercado; Globo culpa "tiros" pelos feridos e coloca 'terroristas' entre aspas enquanto palestinos celebram distribuindo doces

Dois árabes-palestinos de Hebron mataram 4 pessoas e deixaram outras 10 feridas depois de metralhar civis no mercado Sarona em Tel Aviv. Os dois terroristas, que eram primos e tinham por volta de 20 anos, foram mortos no local. 

A imprensa árabe noticia que os palestinos soltaram fogos de artifício e distribuiram doces para celebrar o Ramadan e a "operação" em Tel Aviv:


#صور .. ألعاب نارية وتوزيع للحلوى و" قطايف" رمضان في مناطق قطاع غزة ابتهاجا بعملية " تل ابيب"


Já a Globo, em sua chamada no G1, culpa "tiros" pelos feridos e coloca a palavra 'terroristas' entre aspas para se referir aos dois primos que metralharam a sangue frio mais de dez pessoas em um mercado:


domingo, 29 de maio de 2016

Militante israelense de esquerda e membro de ONGs pacifistas entrega palestinos para serem mortos e torturados pela Autoridade Palestina


Ezra Nawi, um judeu esquerdista e anti-sionista que tem relações com grupos "pacifistas" e de direitos humanos como B'tzelem, Breaking the Silence e Taayoush, foi gravado em um vídeo admitindo que colabora com a Autoridade Palestina e entrega árabes interessados em vender terras para judeus. Ele mesmo confirma que tem conhecimento de como a Autoridade Palestina lida com aqueles que desejam vender suas próprias posses para judeus: são violentamente torturados e assassinados.

Nawi, que é um homossexual assumido, já foi condenado por pedofilia e estupro de um menino menor de idade há alguns anos. Ele também foi condenado por violência ao atacar a polícia como parte de uma demonstração violenta de árabes-palestinos que ele ajudou a organizar. Nawi, cuja familia é originalmente do Iraque, fala árabe fluentemente e gosta de se vestir como um árabe. Ele é ativo em ONGs que operam em Israel sob o manto de "grupos pacifistas" e de "direitos humanos", incluindo B'tselem e Taayoush, grupos estes que são financiados por países e organizações estrangeiras, como a União Europeia, EUA e países árabes e fundações privadas ocidentais.

Com a descoberta de que Nawi entrega palestinos para serem torturados e mortos pela Autoridade Palestina, o grupo de direitos humanos Bt'zelem tem mais um de seus colaboradores expostos. A última polêmica envolvendo um de seus membros se deu quando um de seus pesquisadores (e fonte do jornal de extrema-esquerda israelense Haaretz), o árabe Atef Abu al-Rub (عاطف أبو الرب/ עאטף אבו אל-רוב), foi gravado em um vídeo afirmando que o Holocausto é uma mentira

Logo do B'tselem estilizado com um palestino sendo executado 

A. B. Yehoshua, um dos escritores israelenses mais conhecidos, além de ser uma figura de destaque na esquerda e grande crítico de seu próprio país, defendeu Nawi justificando a prática de tortura e assassinato da Autoridade Palestina, dizendo que isso é um assunto que nãé da alçada dos críticos. Yehoshua é líder do B'tselem e foi citado dizendo:
"A venda de terras deve ser clara e deve ser escrita no registro de terras [...] Você não pode esconder a venda de terras de uma pessoa para outra. Os mecanismos da Autoridade [Palestina] e os mecanismos de um órgão formal que reconhecemos e cuja existência nos satisfaz. Queremos transparência. Tudo o que é feito aqui -- eu quero transparência ... qual será o destino deles é uma questão distinta".  
"Quem torturam e quem não torturam, esse é problema deles ... Ativistas do B'Tselem não precisam interferir nas relações entre os palestinos [...] Se as leis da Autoridade [Palestina] lhes dão o direito de fazer isso, então é assim que é."

Mais sobre o caso aqui e aqui

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Fatos sobre os assentamentos israelenses


Desde o governo Shamir (1990), apenas 3 novos assentamentos foram construídos por Israel.
O número de assentamentos vem de um relatório da organização anti-Israel Peace Now de 19 de abril de 2012. ("For the First Time Since 1990 – the Government is to Approve the Establishment of New Settlements")

De acordo com o negociador palestino Saeb Erekat, os assentamentos israelenses ocupavam apenas 1,1% dos territórios em disputa quando o último levantamento foi feito, no ano de 2011.
Sobre a área ocupada pelos assentamentos, a informação foi retirada de uma notícia do jornal israelense de extrema-esquerda Haaretz, que reproduziu uma entrevista do negociador oficial da Autoridade Palestina, Saeb Erekat, na rádio árabe As-Shams
"Erekat stated furthermore that despite Israel’s continual policy of “occupation and settlement building,” an aerial photograph provided by European sources shows that settlements have been built on approximately 1.1% of the West Bank, thus legitimizing the Palestinian demand for a withdrawal to borders based on the June 4, 1967 borders."


Os assentamento não são responsáveis pela violência árabe e tampouco são um empecilho à paz
Quando a OLP  foi criada, em 1964, a Cisjordânia (Judéia e Samaria) e a parte oriental de Jerusalém estavam sob controle jordaniano, enquanto a Faixa de Gaza estava sob controle egípcio. Na mesma época a organização redigiu uma carta com seus objetivos e crenças (Palestine National Charter of 1964). Todos os territórios que os árabes hoje chamam de "territórios palestinos ocupados" estavam sob controle da Jordânia e do Egito e, mesmo assim, nenhum país exigia a sua entrega. Nem mesmo a própria OLP:
“Esta organização não exerce qualquer soberania territorial sobre a Cisjordânia no Reino Hachemita da Jordânia, sobre a Faixa de Gaza ou sobre a área de Himmah. Suas atividades serão no nível popular-nacional, nos campos organizacionais, políticos, financeiros e de libertação.”  
Artigo 24 do Palestine National Charter 


De acordo com as palavras da OLP, a organização não só não exercia "qualquer soberania" sobre os territórios que hoje exige de Israel, como também não fazia qualquer menção a um desejo de exercê-la. Ela simplesmente declara que a Cisjordânia é território jordaniano e que as "suas atividades serão no nível popular nacional, nos campos organizacionais, políticos, financeiros e de libertação." 

Se os árabes-palestinos não desejavam tomar o controle de Jerusalém oriental, Cisjordânia e Faixa de Gaza, o que queriam libertar então? O artigo 17 do mesmo documento responde esta questão:
“A partilha da Palestina, ocorrida em 1947, e o estabelecimento de Israel são ilegais, nulos e sem efeito.”
Artigo 17 do Palestine National Charter 


Na mentalidade árabe a criação de um segundo estado árabe-palestino sempre foi apenas "um meio para continuar nossa luta contra o Estado de Israel". E desde 1964 até os dias de hoje nada mudou. 
Em julho de 2013 o presidente da Autoridade Nacional Palestina declarou a um jornal árabe que palestinos e jordanianos são a mesma coisa, mas afirmou que a Jordânia não será o estado "palestino":

عباس اكد ان الكونفدرالية او الفدرالية غير مطروحة مع الاردن فنحن شعب واحد في دولتين وقد تجاوزنا كل ما يتعلق بالوطن البديل الى غير رجعة ولا توجد هجرات فلسطينية للاردن مطلقاً، فصمود شعبنا ندعمه بكل الاشكال


Abbas Zaki, membro do comitê central do "moderado" Fatah de Mahmoud Abbas, é ainda mais claro em uma entrevista na al-Jazira em 2011: 


...Quando dizemos que a solução deve ser baseada nessas fronteiras [de 1967], o presidente [Abbas] entende, nós entendemos e todos sabem que o "objetivo maior" não pode ser alcançado de uma vez só. Se Israel se retirar de Jerusalém, retirar 650.000 colonos e desmantelar o muro... o que será de Israel? O país acabará. 
Quem está nervoso e irritado agora? Netanyahu, Lieberman, Obama... todos esses vermes.... Nós deveríamos nos alegrar em ver Israel perturbado.Se alguém disser que quer "varrer" Israel... é muito difícil. Não é [uma política] aceitável dizer isso. Não diga essas coisas ao mundo, guarde consigo. Eu quero as resoluções que todos concordam. Eu digo para o mundo, para o quarteto e para os EUA: vocês prometeram e se transformaram em mentirosos.