domingo, 29 de maio de 2016

Militante israelense de esquerda e membro de ONGs pacifistas entrega palestinos para serem mortos e torturados pela Autoridade Palestina


Ezra Nawi, um judeu esquerdista e anti-sionista que tem relações com grupos "pacifistas" e de direitos humanos como B'tzelem, Breaking the Silence e Taayoush, foi gravado em um vídeo admitindo que colabora com a Autoridade Palestina e entrega árabes interessados em vender terras para judeus. Ele mesmo confirma que tem conhecimento de como a Autoridade Palestina lida com aqueles que desejam vender suas próprias posses para judeus: são violentamente torturados e assassinados.

Nawi, que é um homossexual assumido, já foi condenado por pedofilia e estupro de um menino menor de idade há alguns anos. Ele também foi condenado por violência ao atacar a polícia como parte de uma demonstração violenta de árabes-palestinos que ele ajudou a organizar. Nawi, cuja familia é originalmente do Iraque, fala árabe fluentemente e gosta de se vestir como um árabe. Ele é ativo em ONGs que operam em Israel sob o manto de "grupos pacifistas" e de "direitos humanos", incluindo B'tselem e Taayoush, grupos estes que são financiados por países e organizações estrangeiras, como a União Europeia, EUA e países árabes e fundações privadas ocidentais.

Com a descoberta de que Nawi entrega palestinos para serem torturados e mortos pela Autoridade Palestina, o grupo de direitos humanos Bt'zelem tem mais um de seus colaboradores expostos. A última polêmica envolvendo um de seus membros se deu quando um de seus pesquisadores (e fonte do jornal de extrema-esquerda israelense Haaretz), o árabe Atef Abu al-Rub (عاطف أبو الرب/ עאטף אבו אל-רוב), foi gravado em um vídeo afirmando que o Holocausto é uma mentira

Logo do B'tselem estilizado com um palestino sendo executado 

A. B. Yehoshua, um dos escritores israelenses mais conhecidos, além de ser uma figura de destaque na esquerda e grande crítico de seu próprio país, defendeu Nawi justificando a prática de tortura e assassinato da Autoridade Palestina, dizendo que isso é um assunto que nãé da alçada dos críticos. Yehoshua é líder do B'tselem e foi citado dizendo:
"A venda de terras deve ser clara e deve ser escrita no registro de terras [...] Você não pode esconder a venda de terras de uma pessoa para outra. Os mecanismos da Autoridade [Palestina] e os mecanismos de um órgão formal que reconhecemos e cuja existência nos satisfaz. Queremos transparência. Tudo o que é feito aqui -- eu quero transparência ... qual será o destino deles é uma questão distinta".  
"Quem torturam e quem não torturam, esse é problema deles ... Ativistas do B'Tselem não precisam interferir nas relações entre os palestinos [...] Se as leis da Autoridade [Palestina] lhes dão o direito de fazer isso, então é assim que é."

Mais sobre o caso aqui e aqui

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Fatos sobre os assentamentos israelenses


Desde o governo Shamir (1990), apenas 3 novos assentamentos foram construídos por Israel.
O número de assentamentos vem de um relatório da organização anti-Israel Peace Now de 19 de abril de 2012. ("For the First Time Since 1990 – the Government is to Approve the Establishment of New Settlements")

De acordo com o negociador palestino Saeb Erekat, os assentamentos israelenses ocupavam apenas 1,1% dos territórios em disputa quando o último levantamento foi feito, no ano de 2011.
Sobre a área ocupada pelos assentamentos, a informação foi retirada de uma notícia do jornal israelense de extrema-esquerda Haaretz, que reproduziu uma entrevista do negociador oficial da Autoridade Palestina, Saeb Erekat, na rádio árabe As-Shams
"Erekat stated furthermore that despite Israel’s continual policy of “occupation and settlement building,” an aerial photograph provided by European sources shows that settlements have been built on approximately 1.1% of the West Bank, thus legitimizing the Palestinian demand for a withdrawal to borders based on the June 4, 1967 borders."


Os assentamento não são responsáveis pela violência árabe e tampouco são um empecilho à paz
Quando a OLP  foi criada, em 1964, a Cisjordânia (Judéia e Samaria) e a parte oriental de Jerusalém estavam sob controle jordaniano, enquanto a Faixa de Gaza estava sob controle egípcio. Na mesma época a organização redigiu uma carta com seus objetivos e crenças (Palestine National Charter of 1964). Todos os territórios que os árabes hoje chamam de "territórios palestinos ocupados" estavam sob controle da Jordânia e do Egito e, mesmo assim, nenhum país exigia a sua entrega. Nem mesmo a própria OLP:
“Esta organização não exerce qualquer soberania territorial sobre a Cisjordânia no Reino Hachemita da Jordânia, sobre a Faixa de Gaza ou sobre a área de Himmah. Suas atividades serão no nível popular-nacional, nos campos organizacionais, políticos, financeiros e de libertação.”  
Artigo 24 do Palestine National Charter 


De acordo com as palavras da OLP, a organização não só não exercia "qualquer soberania" sobre os territórios que hoje exige de Israel, como também não fazia qualquer menção a um desejo de exercê-la. Ela simplesmente declara que a Cisjordânia é território jordaniano e que as "suas atividades serão no nível popular nacional, nos campos organizacionais, políticos, financeiros e de libertação." 

Se os árabes-palestinos não desejavam tomar o controle de Jerusalém oriental, Cisjordânia e Faixa de Gaza, o que queriam libertar então? O artigo 17 do mesmo documento responde esta questão:
“A partilha da Palestina, ocorrida em 1947, e o estabelecimento de Israel são ilegais, nulos e sem efeito.”
Artigo 17 do Palestine National Charter 


Na mentalidade árabe a criação de um segundo estado árabe-palestino sempre foi apenas "um meio para continuar nossa luta contra o Estado de Israel". E desde 1964 até os dias de hoje nada mudou. 
Em julho de 2013 o presidente da Autoridade Nacional Palestina declarou a um jornal árabe que palestinos e jordanianos são a mesma coisa, mas afirmou que a Jordânia não será o estado "palestino":

عباس اكد ان الكونفدرالية او الفدرالية غير مطروحة مع الاردن فنحن شعب واحد في دولتين وقد تجاوزنا كل ما يتعلق بالوطن البديل الى غير رجعة ولا توجد هجرات فلسطينية للاردن مطلقاً، فصمود شعبنا ندعمه بكل الاشكال


Abbas Zaki, membro do comitê central do "moderado" Fatah de Mahmoud Abbas, é ainda mais claro em uma entrevista na al-Jazira em 2011: 


...Quando dizemos que a solução deve ser baseada nessas fronteiras [de 1967], o presidente [Abbas] entende, nós entendemos e todos sabem que o "objetivo maior" não pode ser alcançado de uma vez só. Se Israel se retirar de Jerusalém, retirar 650.000 colonos e desmantelar o muro... o que será de Israel? O país acabará. 
Quem está nervoso e irritado agora? Netanyahu, Lieberman, Obama... todos esses vermes.... Nós deveríamos nos alegrar em ver Israel perturbado.Se alguém disser que quer "varrer" Israel... é muito difícil. Não é [uma política] aceitável dizer isso. Não diga essas coisas ao mundo, guarde consigo. Eu quero as resoluções que todos concordam. Eu digo para o mundo, para o quarteto e para os EUA: vocês prometeram e se transformaram em mentirosos.

Palestinos e árabe-israelense estupram judia com problemas mentais por "razões nacionalistas"; casos são comuns em Israel e mais importante universidade islâmica do mundo diz que a religião permite tal ato

Do Jerusalem Post: 
Dois homens palestinos estão sob custódia por supostamente estuprar e urinar em uma mulher com deficiência mental no sul de Tel Aviv, no que a polícia diz que foi um crime motivado por razões nacionalistas. 
O incidente ocorreu no Dia da Independência de Israel no início deste mês, no apartamento da tia da vítima de 20 anos. 
Durante o ato, Imad Aladin Dragame, 42, supostamente filmou o estupro, que a polícia diz que foi realizado por dois outros palestinos - incluindo um menor - que urinaram e cuspiram na mulher enquanto gritavam insultos anti-semitas e ameaçavam matar sua tia e irmão se ela reclamasse.
O terceiro suspeito no caso continua foragido, enquanto o menor e Dragame foram detidos na quarta-feira por mais cinco dias.  
Esta foi a terceira audiência de prisão preventiva para Dragame desde que ele foi preso em 16 de Maio, apos queixa prestada pela tia da vítima. Dragame, morador de Nablus e que tem uma autorização legal para trabalhar dentro de Israel, também enfrenta acusações de posse drogas depois que a polícia encontrou 11,5 gramas de maconha em seu apartamento, que fica no mesmo edifício que o da tia da vítima. 
Sgt.-Maj. Yisrael Sianov, o oficial representando a polícia, não mediu palavras sobre a gravidade do caso, dizendo que "este foi um incidente de extrema gravidade - o estupro e exploração de uma menina indefesa com deficiências mentais, enquanto eles a degradaram, humilharam e urinaram sobre a vítima, enquanto gritavam insultos raciais para ela.
"Além disso, eles a ameaçaram para não contasse nada a ninguém, dizendo que iriam estuprar sua tia e assassinar seu irmão.

Casos semelhantes acontecem com freqüência em Israel:
O estupro [em 2012] de uma menina israelense e seu namorado foi realizado com uma faca em um banheiro no parque de estacionamento do complexo Gan Ha'ir de Tel Aviv, durante o qual o criminoso, Ahmed Jaber de Nablus, espancou as vítimas por mais de uma hora. 
Durante interrogatório policial, Jaber falou sobre a diferença entre a sua "irmã respeitável" e meninas judias "que vagueiam pelas ruas." Ele disse aos seus interrogadores que eles "não são filhos desta terra", e chamou-os de "estrangeiros", acrescentando que antes de 1948 não havia nenhum Estado de Israel.

E outros:
Uma gangue de estupradores em serie tem se espreitado pelo Norte, estuprando mulheres judias como vingança por ações do exército israelense na Cisjordânia, a polícia revelou terça-feira depois de prender seis suspeitos. 
"Estamos estuprando judeus por causa do que o IDF está fazendo aos palestinos nos territórios", um dos seis suspeitos disse aos investigadores do Central Investigative Unit do Distrito Norte (CIU) durante o interrogatório.
Durante seu interrogatório e sua breve aparição na corte de magistrados de Nazaré na terça-feira, nenhum dos quatro principais suspeitos indicaram sentir remorso por suas ações. 
A polícia disse que eles estavam cientes de quatro ataques realizados pela quadrilha, mas eles acreditavam que, provavelmente, houveram outros incidentes que não foram relatados pelas vítimas. Em todos os quatro casos, segundo a polícia, o modus operandi dos estupradores era bastante semelhante - todos os ataques foram dirigidos contra mulheres jovens que estavam em pontos de onibus ou em locais designados para carona na Galiléia ocidental e na área de Haifa. Em todos os casos, os agressores forçaram a vítima a entrar em um carro e dirigiram juntamente com e;a para um local isolado, onde a estupraram. 
Todos os suspeitos são da cidade Galiléia de Bir al-Maksur, uma aldeia beduína perto de Hamovil (dentro de Israel). 
O primeiro ataque ocorreu em abril de 2005, quando uma menina de 13 anos de idade foi estuprada na praia Zevulun em Kiryat Yam. Em dezembro daquele ano, uma soldado de 19 anos de idade foi sequestrada e estuprada perto de Kiryat Ata. Segundo a polícia, a quadrilha atacou novamente três dias depois. Nesse ataque, a quadrilha supostamente seqüestrou uma menina de 16 anos de idade, que estava de pé com seus amigos na junção  Kiryon em Kiryat Bialik. Eles supostamente a levaram a um bosque perto Tamra, onde ela foi estuprada. Foi depois do terceiro ataque, disse o comandante do Distrito Norte da CIU, Menahem Haver, que a polícia percebeu que eles estavam lidando com uma gangue de estupros em série. Nesse caso, a vítima adolescente disse aos investigadores que um estupradores disse a ela que o ataque foi em vingança para as operações das IDF na Faixa de Gaza. 

Em 2014, uma professora de teologia na universidade egipcia al-Azhar, a mais antiga e importante do mundo, disse explicitamente que o Islã permite estuprar mulheres judias "prisioneiras" em qualquer guerra contra Israel: 
"'Aqueles que você possui" (escravidão) existiam antes do islã. Existiam entre todas as nações e países, não apenas entre os árabes pré-islã. Qualquer um podia negociar em homens e mulheres nascidos livres. Isto é chamado de venda de pessoas nascidas livres. É como a venda de órgãos humanos e tráfico de seres humanos nascidos livres hoje. Mas quando islã surgiu, ele colocou (a escravidão) em ordem, limitando-a a guerras legítimas entre os muçulmanos e seus inimigos. Se lutamos contra Israel, que está saqueando terra e é um agressor contra o povo e sua fé ... obviamente, é impossível que lutemos contra Israel, apesar da surata al-Isra no Corão predizer isso, e nada está além do poder de Alá ... as prisioneiras de guerra são "aqueles que você possui". A fim de humilhá-los, elas passam a ser propriedade do comandante do exército, ou de um muçulmano, e ele pode ter relações sexuais com elas, assim como ele tem relações sexuais com suas esposas.
 Advogada egípcia: árabes devem abusar sexualmente de mulheres israelenses como uma "forma de resistência"

sábado, 12 de março de 2016

Miséria em Gaza: governo do Hamas queima 15 toneladas de chocolate Snickers

A fabricante de chocolates Mars, responsável pelas barras de chocolate Snickers e Milky Way, fez um recall de seus produtos após um tipo de plástico ser encontrado em uma barra de chocolate, o que poderia causar asfixia. 

"Depois de um pequeno pedaço de plástico vermelho ser encontrado em um chocolate Snickers na Alemanha, a Mars tomou a decisão de, por precaução, realizar o recall", afirma a nota da empresa. 

A Faixa de Gaza controlada pelo Hamas, que de acordo com a imprensa internacional sofre com a miséria e falta de alimentos, resolveu queimar 15 toneladas de Snickers depois do aviso da empresa produtora dos chocolates. 

قررت وزارة الاقتصاد الوطني، اليوم الخميس، سحب منتجات شوكلاطة "سنكرز" و"مارس"، من الأسواق في قطاع غزة.

إتلاف أطنان من شوكولا مارس وسنيكرز في قطاع غزة


quarta-feira, 9 de março de 2016

Palestino esfaqueia judeu no pescoço, tem a arma tomada e é morto pela vítima; imprensa palestina diz que o terrorista árabe foi vítima de "terrorismo judaico"

O Palestine Free Press Agency, que se alinha com o Fatah e a Autoridade Palestina, publicou uma notícia entitulada "Isso é o terrorismo judaico: Vídeo chocante: israelenses batem e esfaqueiam um jovem palestino até a morte":
"هذا هو الإرهاب اليهودي..
فيديو صادم: اسرائيليون يضربون ويطعنون شاب فلسطيني حتى الموت"

A texto afirma que:
Sites hebraicos publicaram um vídeo no qual um jovem palestino que esfaqueou um judeu é deixado para sangrar até a morte, sem receber qualquer assistência médica. 
Segundo testemunhas, os israelenses bateram no jovem e o esfaquearam até a morte. 
E parece que no vídeo os israelenses estão desejando a morte ao jovem e exigem que ele não seja reanimado ao som de insultos.

 Já a imprensa internacional relata o ocorrido de maneira completamente diferente:
Um ortodoxo de 40 anos foi ferido em um ataque com faca na entrada de uma loja no mercado de Petah Tikva, na rua Barão Hirsch. 
Segundo relatos, a vítima arrancou a faca de seu próprio corpo e, em seguida, atacou o terrorista árabe de 20 anos e, juntamente com o dono da loja, usou a arma para esfaqueá-lo até morte.
Uma testemunha ocular disse a Walla: "O homem saiu da loja com uma faca cravada no pescoço e gritou 'fui esfaqueado'. Ele então puxou a faca, voltou para dentro da loja e esfaqueou o homem (terrorista)". Houve um grande tumulto. Quando eu finalmente entrei na loja, vi o agressor deitado em uma poça de sangue".
[...]
O agressor muçulmano esfaqueou o homem ortodoxo no pescoço. Ele conseguiu se controlar, puxou a faca de seu corpo e se lançou para cima do agressor e o esfaqueou várias vezes no corpo [...] em seguida sentou-se e, de acordo com testemunhas, disse: "Eu matei um homem que tentou me matar." 

Fontes:
http://www.frontpagemag.com/point/262091/israeli-man-stabbed-muslim-terrorist-pulls-out-daniel-greenfield
http://www.theblaze.com/stories/2016/03/08/israeli-victim-in-terrorist-stabbing-spree-pulls-blade-out-of-own-neck-kills-palestinian-attacker-with-weapon/
http://www.dailywire.com/news/3983/meet-worlds-biggest-badass-joshua-yasmeh

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Assassino palestino de 16 anos mata mãe de 6 crianças na frente dos filhos; pai diz que se orgulha dele antes de mudar sua versão mais duas vezes

No dia 17/01/2016, Murad Bader Abdullah Adais, um terrorista palestino de 16 anos, invadiu a casa da família Meir e esfaqueou até a morte Dafna (39), mãe de 6 crianças na frente de seus filhos. 

Do site palestino al-Quds:
من ناحيته قال والد الفتى: “إن قوات كبيرة من جيش الاحتلال اقتحمت المنزل، فجر اليوم الثلاثاء، وحققوا مع أفراد العائلة وعند مغادرة المنازل هددو بهدمه قائلين “إن مراد هو منفذ العملية، مضيفًا “انا افتخر به”.
De sua parte, o pai do garoto disse: Um grande grupo do exército israelense invadiu a casa terça-feira ao amanhecer e interrogou a família... [e o pai afirmou]: "Murad foi quem executou a operação", disse ele, acrescentando: "Estou orgulhoso dele."


Após algumas horas, depois de saber que sua casa poderia ser demolida como medida punitiva por atos terroristas, ele disse ao Canal 2 de Israel que se soubesse sobre as ações de seu filho, ele, muito possivelmente, teria entregado o filho assassino. Ele também perguntou: "Por que eu deveria ser punido pelo o que o garoto fez?"

Depois de se declarar orgulhoso do assassinato covarde cometido pelo filho, ele se faz de vítima. 

Ele ainda mudou sua história mais uma vez.

Abu Adham agora diz que seu filho estava brincando em uma escola perto de sua casa durante o assassinato, a 3 km de distância de Otniel. "Eu não acredito nas mentiras da ocupação israelense, de que meu filho executou a matança no assentamento. Meu filho brincava com seu irmão no parque infantil perto da escola, voltou para a casa e dormiu na noite de domingo com sua avó, e quando eu fui visitar minha sogra no dia seguinte, segunda-feira, Murad voltou comigo e dormiu em casa ".

E seu irmão Qais disse: "Nós estávamos jogando futebol no recreio da escola, ouvimos a sirene no assentamento e voltamos para casa."

Uma família de mentirosos criou um assassino.


Atualização
Ranana Meir, de 17 anos, conta como presenciou sua mãe lutando até a morte para protegê-la:
"Eu o vi tentando puxar a faca [do corpo da mãe]. Eu gritei para que meus irmãos não subissem para a sala. Eu entendi que ele queria continuar. Levou alguns segundos até que ele percebeu que não conseguiria remover a faca, e ele correu."
"[Minha] mãe lutou com ele, ela não deixou que ele removesse a faca, ela não permitiu que ele nos machucasse. Eu berrei. Ele se assustou e fugiu. Eu fui até a mamãe, até a faca que estava saindo dela. Eu fui para retirá-la, mas então lembrei que no curso da Maguen David Adom (versão israelense da Cruz Vermelha) eles nos disseram para não remover objetos estranhos."
"Eu estava berrando o tempo inteiro por causa do pânico". Mamãe ainda estava respirando, eu apenas pedi que ela continuasse respeirando, para não parar, mas eu já sabia. Estava claro para mim que era o fim. Ela tentou continuar respirando. Eu senti que ela me ouviu apesar de que ela não estava respondendo."
"Espero que ela não tenha ouvido meus berros"

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

1 de janeiro: Terrorista "árabe-israelense" fuzila 7 pessoas em Tel Aviv, matando 2 e deixando 5 feridas; Palestinos celebram a "operação heróica" soltando fogos de artifício

Um terrorista palestino fuzilou 7 pessoas em Tel Aviv, matando 2 pessoas e deixando 5 feridas. Antes de começar a atirar, o criminoso entrou em uma padaria e fez compras calmamente. Depois sacou seu fuzil de uma bolsa e começou a atirar contra todos em seu caminho. Em sua bolsa foi achado um Corão (alcorão).



Contas no Twitter mostram fotos e narram fogos de artifício sendo lançados em comemoração ao ataque contra civis:
من مخيم عين الحلوة اطلاق مفرقعات ابتهاجاً للعملية البطولية 
"Do campo de Ain Helweh: fogos de artifício celebrando a operação heróica"

Os cidadãos árabes-israelenses têm os mesmos direitos e menos deveres (o serviço militar não é obrigatório) que os cidadãos judeus.  

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Em carta póstuma terrorista palestino deixa claro que ataques são motivados pelo Islã e não por terras

O terrorista Abd al-Rahman Maswada, primo do terrorista Ihab Maswada (responsável por outro ataque terrorista na semana passada em Hebron) esfaqueou um soldado e foi morto:



Maswada deixou uma carta de despedida para seus pais na qual deixa clara a verdade: os palestinos não lutam por autodeterminação, mas em nome de Alá e do islamismo.


A carta:
"Em nome de Alá, o misericordioso e compassivo.  
Não penseis daqueles que são mortos no Caminho de Alá como mortos. Não, eles estão vivos, com o seu Senhor, e eles têm provisões." (Corão 3:169) 
Por Alá, eu ansiava pelo Paraíso. Não fiquem tristes, eu só levei a cabo (o esfaqueamento) a fim de apoiar e elevar a Palavra de Alá e a fim de vingar os mártires. Não fiquem tristes, não fiquem tristes, vamos nos encontrar no Paraíso. O seu filho é um mártir, se Alá quiser nos encontraremos no paraíso, Allahu Akbar, louvado seja Alá (palavra incompreensível) Alá seja louvado. 
Allahu AkbarAbd al-Rahman Maswada"

Poster feito em homenagem a Maswada pelo Hamas:




segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Autoridade Palestina constrói monumento celebrando terrorista que esfaqueou um casal com um bebê de 2 anos, matando duas pessoas; Monumento apaga Israel e mostra todo o país como a Palestina

A Autoridade Palestina construiu um monumento celebrando Muhannad Shafik Halabi, o homem que, armado com uma faca, atacou um casal de judeus religiosos com um bebê de colo na cidade de Jerusalém, no dia 3/10/2015. 
O terrorista feriu a criança de dois anos, a mulher e matou o marido, Aharon Banita Bennett (21) e o rabino Nehemia Lavi (41), que tentava ajudar a família. 



O desenho do memorial -- que tem a forma de Israel -- mostra as reais intenções da moderada Autoridade Palestina: O Estado Judeu é completamente apagado e tem seu lugar tomado pela Palestina. 

O município de Surda-Abu Qash, no norte da Cisjordânia, decidiu mudar o nome de uma rua em homenagem a Muhannad Halabi em 13 de outubro, menos de 10 dias depois de seu ataque terrorista. O prefeito do município, onde um memorial para o terrorista foi erguido, chamou-o de "um orgulho e uma medalha de honra para toda a aldeia."

Halabi também recebeu elogios da Associação de Advogados palestinos, que lhe concedeu um diploma e um título póstumo, bem como pelo assessor de Mahmoud Abbas, Sultan Abu Al-Einein, que escreveu em um post no Facebook, "Nós amamos você, Muhannad. Nós amamos você enquanto você semeou vida para todos os palestinos".

Pessoas com o sobrenome Halabi (الحلبي) são nativas da cidade de Alepo (ﺣﻠﺐ‎ - Halab), na Síria. 

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Terroristas muçulmanas são baleadas depois de esfaquear idoso árabe pensando ser um judeu; Frente Popular para a Libertação da Palestina usa o caso para acusar Israel de executar crianças

Câmeras de segurança registraram um ataque terrorista no mercado Mahane Yehuda, em Jerusalém, no qual duas adolescentes (Norhan Awwad, 14 e Hadeel Wajih Awwad16 anos) esfaquearam um idoso árabe de 70 anos, pensando que ele fosse um judeu.



O vídeo mostra as duas terroristas armadas com tesouras depois de terem esfaqueado Yussef al-Haroub (Yussuf Alharoub).
O homem árabe que elas esfaquearam está internado no Hospital Hadassah Ein Kerem. Ele teve a cabeça e as costas perfuradas.



 
 Yussef al-Haroub 

Quanto as terroristas, uma foi morta pelos tiros enquanto a segunda ficou gravemente ferida e foi levada para o hospital Shaare Tzedek.

Ambas as terroristas eram residentes legais em Israel.

Atualização
A Frente Popular para a Libertação da Palestina, grupo ligado a Autoridade Palestina, emitiu um comunicado de imprensa usando a foto das duas terroristas e acusando Israel de executar crianças.

A  declaração é entitulada:
الشعبية: إعدام الاحتلال لأطفالنا جرائم ضد الإنسانية
 "A execução de nossos filhos pela ocupação é um crime contra a humanidade"



sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Minoria radical? Pesquisa mostra que maioria absoluta dos árabes israelenses apoiam Estado Islâmico e outros grupos terroristas

Uma nova pesquisa revela que a maioria dos cidadãos árabes de Israel apoia organizações terroristas -- incluindo o ISIS -- e diz que os radicais islâmicos melhor representam seus verdadeiros sentimentos.

O professor Sami Samucha, que conduziu o estudo, descobriu que 57% dos cidadãos árabes-israelenses entrevistados dizem sentir que o "Movimento Islâmico radical em Israel", que compreende várias facções terroristas, "os representam fielmente."
A pesquisa também revelou que 42,2% da população árabe, incluindo todos os seus grupos étnicos e religiosos, se define como apoiadores, membros e/ou ativistas do movimento islâmico. Nada menos do que 18,2% dos cidadãos muçulmanos árabes de Israel, e 28,1% de todos os apoiadores do Movimento Islâmico, disseram que eles não consideram o Estado Islâmico (ISIS) como uma organização terrorista radical, e que eles não têm vergonha do brutal grupo jihadista.

Os cidadãos árabes de Israel gozam de liberdades, direitos e de um padrão de vida que eles não conseguiriam obter em nenhum lugar no mundo muçulmano.

Enquanto isso, Naftali Bennett, o líder do partido religioso de direita habayit hayehudi (Lar Judaico), diz que "99,9% dos árabes israelenses são cidadãos leais ao estado de Israel".

Terrorista palestino mata 4 judeus e um árabe em assentamento judaico; imprensa palestina diz que árabe foi morto por "forças de ocupação"

Ezra Schwartz, um jovem americano de 18 anos passando um ano sabático em Israel estava entre as três vítimas de um ataque terrorista no final da tarde quinta-feira em Gush Etzion, na Cisjordânia. Sete outros foram levemente feridos no ataque. 
Ele estava em uma van com cinco outros amigos do seminário rabínico Beit Shemesh, onde estudava. Eles estavam na área para distribuir comida para soldados servindo na região. 
Um palestino, que dirigindo a partir de Kfar Etzion, fuzilou os carros com um rifle automático antes de bater em um veículo. As forças de segurança cercaram o terrorista e o prenderam. 
Paramédicos da Magen David Adom (Cruz Vermelha israelense) declararam Schwartz morto no local. Seus cinco amigos foram evacuados para o Centro Médico Shaare Zedek, em Jerusalém. Três foram tratados por ferimentos leves e dois para choque. Todos eles foram liberados. 
A segunda vítima do ataque, o palestino Shadi Arafeh, 24, de Hebron, também foi declarado morto na cena do crime.
Yaakov Don, 51, um professor e pai de quatro filhos que vivia nas proximidades do assentamento de Alon Shvut, foi evacuado para Hadassah Medical Center em estado grave e foi declarado morto em sua chegada ao hospital. 

Como a agência de notícias Wafa, que pertence ao governo da moderada Autoridade Palestina, noticiou o caso:


وأوضحت الوزارة في بيان صحفي مقتضب، أن قوات الاحتلال قتلت الشاب شادي زهدي راتب عرفة (26 عاما) من مدينة الخليل، قرب مستوطنة 'غوش عتصيون' 
"O Ministério [da Saúde] disse em um curto comunicado de imprensa que as forças de ocupação mataram Shadi Zuhdi Arafa, 26, de Hebron, perto do assentamento de Gush Etzion"

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

França: Globo traz financiadores do terrorismo para provar que o Islã é contra o terrorismo

O Fantástico cobre os ataques terroristas que deixaram 129 mortos e 352 feridos na França omitindo todas as informações que contradizem a narrativa de combate a "islamofobia" da emissora. 

A cobertura ignora a celebração dos atentados por muçulmanos, os pronunciamentos de líderes islâmicos e chega ao extremo de trazer um grupo terrorista para tentar convencer os espectadores de que o Islã condena os atos que promove.

domingo, 8 de novembro de 2015

Terrorista muçulmana esfaqueia segurança; imprensa árabe-palestina e organizações anti-Israel omitem o fato e afirmam que mulher foi executada

A muçulmana Halawa Alian, de 22 anos, foi abordada por um segurança ao agir de forma suspeita em um ponto de ônibus. Ela atacou o homem com uma faca enquanto ele a interrogava.
O ataque ocorreu dia 8/11/2015.




Como a imprensa palestina e o Hamas "noticiaram" o ocorrido:
A notícia, que foi retweetada por Max Blumenthal -- um virulento anti-semita e filho de Sidney Blumenthal, um dos mais próximos consultores e aliados de Hillary Clinton --, apenas fala de "uma garota que foi baleada pelo exército de Israel".   

"Forças de ocupação sionistas executam moça palestina". 
O grupo, que é parte do Hamas, ainda fala em "direitos humanos". 
O Hamas é o mesmo grupo que provoca a morte de crianças palestinas em benefício próprio, que atira em opositores e que defende o genocídio de judeus, sejam eles mulheres ou crianças... [1] [2] [3]

O grupo também incita e reza pelo genocídio de cristãos e comunistas. 

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

"Anti-sionismo": página oficial do Fatah de Mahmoud Abbas recomenda livro infantil nazista de 1936

A página oficial do grupo Fatah, partido do "moderado" presidente da Autoridade Palestina Mahmoud Abbas, postou hoje (29/10/2015) uma recomendação de leitura para seus milhares de seguidores com a seguinte legenda:

غلاف إحدى كتب الأطفال فى ألمانيا عام 1936، عنوانه:
"لا تثق بأي ثعلب فى المروج الخضراء ولا تثق بقسم أى يهودي"

"A capa de um dos livros infantis [produzidos] na Alemanha em 1936, cujo título é: "Não confie em nenhuma raposa em seu prado verde nem no juramento de nenhum judeu."

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Terrorista palestino ataca policiais com uma faca e é morto; Estadão noticia como se o terrorista fosse vítima


Terrorista palestino esfaqueia policial e é morto:




Como o jornal Estado de S. Paulo noticiou o caso:

 "Ataques à faca deixam 3 palestinos mortos"

domingo, 18 de outubro de 2015

Terrorista palestino vestindo uniforme da imprensa esfaqueia soldado israelense; jornal Extra, da Globo, noticia como se o terrorista fosse vítima do soldado

A imprensa internacional, que constantemente protege terroristas ao omitir fatos prejudiciais a eles [1] [2] [3] [4] [5] [6] [7] [8] [9] [10] [11], agora é posta em perigo por esses mesmos terroristas. 

Um terrorista árabe-palestino vestindo um uniforme reservado a jornalistas  -- um colete amarelo com a palavra PRESS (imprensa) bordada nele -- atacou e feriu um soldado israelense. 



A veste usada pelo terrorista é destinada a proteger fotógrafos e jornalistas em locais onde ocorrem conflitos armados. É através deste tipo de vestimenta que os combatentes são avisados de que os profissionais de imprensa não são pessoas que representam perigo e nem podem ser alvos de ataques de qualquer forma. 

Este tipo de atitude compromete a idéia e põe jornalistas em perigo, já que abre precedente e mostra que soldados também devem tê-los como alvos em potencial.
O ataque foi cometido no dia 16/10/2015 e transmitido ao vivo pelo canal al-Quds, do Hamas.

Esta não foi a primeira vez que terroristas palestinos se passaram por jornalistas ou os usaram como escudos humanos. [1] [2]

Como o jornal Extra do Rio de Janeiro, que pertence as Organizações Globo, noticiou o caso:
"Palestino é baleado em Hebron"

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Ataques terroristas perpetrados nos últimos dias e completamente ignorados pela rede Globo

Terrorista palestino atropela civis e depois os ataca com facão de açougueiro

Ataque realizado no dia 13/10/2015. Terrorista palestino atropela inocentes em um ponto de onibus e depois ataca os feridos com uma machete. Ele assassinou o rabino Yeshayahu Krishevsky. 

Terrorista palestino esfaqueia policial e é morto.

Ataque terrorista em Jerusalém, no dia 10 de outubro de 2015 

Terrorista palestino ataca casal com um filho de 2 anos e mata duas pessoas

O terrorista Mohammed Shafik Halabi, armado com uma faca, atacou um casal de judeus religiosos na cidade de Jerusalém neste sábado a noite, dia 3/10/2015. 

O terrorista feriu a criança, a mulher e matou o marido, Aharon Banita Bennett (21) e o rabino Nehemia Lavi (41), que tentava ajudar a família. 

Neste exato momento, apenas algumas horas após o ataque terrorista, uma página em árabe no Facebook criada em homenagem ao terrorista já conta com quase 3000 curtidas. A página se refere ao criminoso como الشهيد (shahíd/mártir islâmico), um título honorífico concedido post-mortem aos muçulmanos quando estes se sacrificam em nome do Islã. 

Mais sobre o caso.

Terrorista palestina é presa depois de esfaquear policial


O ataque terrorista aconteceu no dia 12/10/2015 em Giv'at haTahmoshet (גבעת התחמושת).

Casal judeu é fuzilado na frente dos 4 filhos pequenos e "moderado" Fatah de Mahmoud Abbas reivindica a autoria do atentado terrorista

Naama e Eitam Henkin

Na quinta-feira a noite, dia 01/10/2015, terroristas árabes-palestinos fuzilaram o carro onde viajavam Eitam, Naama Henkin e seus 4 filhos pequenos. O casal foi morto na frente de seus filhos, que ficaram feridos. 
No dia seguinte Mahmoud Al-Aloul, membro do comitê central do Fatah, o "moderado" partido partido político/grupo terrorista do presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, reivindicou a autoria do ataque terrorista em nome do grupo: 

"A Brigada dos Mártires de al-Aqsa, a ala militar do Movimento de Libertação Nacional Palestino Fatah, aceita responsabilidade pela operação em Itamar (o ataque terrorista) realizada contra colonos, levando-os para a morte."
Mais sobre o caso 

Terroristas palestinos esfaqueiam menino de 13 anos andando de bibicleta
Dois terroristas palestinos, Ahmed Manasra (13 anos) e seu primo Hassan (15 anos), esfaquearam duas pessoas no dia 12/10/2015. 
Uma das vítimas é um menino de 13 anos que estava andando de bicicleta. As duas vítimas estão hospitalizadas em estado grave.

Terrorista palestino esfaqueia senhora de 70 anos de idade

O terrorista começou seu ataque ao esfaquear uma mulher judia de 70 anos de idade, causando ferimentos graves na vítima. Um motorista de ônibus que estava nas proximidades levou a mulher para dentro de seu ônibus e fechou as portas antes que o palestino pudesse embarcar.

O Jerusalem Post informa que o terrorista se chama Ahmed Sha'aban (23) e reside no bairro Ras el-Amud, em Jerusalém. Ele já tinha cumprido pena de três anos em uma prisão israelense por atividades terroristas. 

Ataque ocorrido no dia 13/10/2015.

Terroristas muçulmanos israelenses invadem ônibus em bairro judaico com armas e facas e ferem 16 inocentes 

O ataque ocorreu na manhã do dia 13/10/2015 dentro de um ônibus no bairro de Armon Hanatziv, quando dois terroristas muçulmanos israelenses abriram fogo e esfaquearam os passageiros.

Os terroristas atacaram inocentes desarmados deixando 16 pessoas feridas neste incidente, das quais três estão em estado crítico e três em situação grave.

Terrorista muçulmana israelense é ferida ao tentar esfaquear inocentes em Afula 

A terrorista muçulmana israelense Asraa Zidan Tawfik Abed invadiu a Estação Rodoviária Central em Afula armada com uma faca. Ela foi atingida por policiais depois de se recusar a largar a arma. 

A terrorista, que não tinha antecedentes criminais, estuda na faculdade Technion em Israel e no passado trabalhou na escola de um kibutz.


Terroristas palestinos atacam estação de ônibus em Beer Sheva: uma pessoa assassinada e 6 feridos 

Dois terroristas árabes palestinos, armados com uma faca e uma metralhadora, atacaram a estação central de ônibus na cidade israelense de Be'er Sheva. Eles assassinaram uma pessoa e feriram outras 6. O ataque foi realizado dia 18/10/2015.

Terrorista palestino esfaqueia inocentes em ponto de ônibus em Raanana

O ataque foi realizado no dia 13/10/2015.

Terrorista palestino usando uniforme de jornalista esfaqueia soldado israelense 

Um terrorista árabe-palestino vestindo um uniforme reservado a jornalistas  -- um colete amarelo com a palavra PRESS (imprensa) bordada nele -- atacou e feriu um soldado israelense.  
Um terrorista árabe-palestino vestindo um uniforme reservado a jornalistas -- um colete amarelo com a palavra PRESS (imprensa) bordada nele -- atacou e feriu um soldado israelense.

A veste usada pelo terrorista é destinada a proteger fotógrafos e jornalistas em locais onde ocorrem conflitos armados. É através deste tipo de vestimenta que os combatentes são avisados de que os profissionais de imprensa não são pessoas que representam perigo e nem podem ser alvos de ataques de qualquer forma. 

Este tipo de atitude compromete a idéia e põe jornalistas em perigo, já que abre precedente e mostra que soldados também devem tê-los como alvos em potencial.
O ataque foi cometido no dia 16/10/2015 e transmitido ao vivo pelo canal al-Quds, do Hamas.

sábado, 3 de outubro de 2015

Foram "colonos" e "extremistas judeus" que incendiaram a casa da família Dawabshe?

No dia 31 de julho um incêndio na casa da família Dawabsheh, no vilarejo de Duma, vitimou Saad Dawabsheh e seu filho de um ano e meio de idade e feriu gravemente a sua mulher e seu outro filho.  

A palavra "vingança" em hebraico foi pichada em uma das duas casas queimadas e o caso foi tratado como um incêndio criminoso por todos os veículos de imprensa (BBC, Globo, CNN, Reuters), que culparam supostos "colonos" e "extremistas judeus" pelo ocorrido.

Mas de acordo com a jornalista Sarah Beck, do jornal de centro-esquerda israelense Ma'ariv, a polícia palestina, num primeiro momento, afirmou que o incêndio tinha sido causado por uma falha na instalação elétrica da casa. 
A jornalista relata que policiais israelenses afirmaram que ao chegar a Duma para investigar, foram recebidos na entrada da vila pelo exército, cujo trabalho era acompanhá-los até a aldeia. Os soldados lhes disseram que a polícia palestina já tinha investigado o incidente e decidido que o incêndio teria sido causado por um mau funcionamento elétrico. Eles foram informados de que não havia necessidade de abrir uma investigação.
(tradução feita pelo leitor Kobi S.)

לטענת המשטרה, בבוקר האירוע הגיעו חוקרי מחוז ש"י לדומא. בכניסה לכפר עצרו אותם כוחות צה"ל, שהסבירו להם שהמת"ק (מינהלת תיאום וקישור) כבר בכפר, שהרשות הפלסטינית חוקרת ושאין סימנים לפשיעה לאומנית. עדות המשפחה, לטענת המשטרה, הייתה שקצר חשמלי גרם לשריפה, ולכן התקבלה החלטה משותפת שלא לפתוח בחקירה.

Apesar das condenações universais ao "terrorismo judeu" vindas da imprensa e de políticos árabes e israelenses, a polícia israelense não tem nenhum suspeito ou mesmo prova de que o incêndio tenha realmente sido um ato criminoso.   

O caso lembra o incêndio  ocorrido em uma mesquita na cidade de Zanghariyah. Os responsáveis também deixaram pichações em hebraico falando em vingança. 

A imprensa, assim como políticos e a polícia israelense, imediatamente e sem nenhuma prova, culpou "extremistas judeus" pelo crime. Só que alguns meses depois, árabes beduínos vieram a público culpando outros moradores do vilarejo pelo incidente. A imprensa, que tanto destaque deu ao caso quando podia culpar judeus e Israel pelo ocorrido, simplesmente omitiu o resultado das investigações, o testemunho do morador da aldeia e nem mesmo corrigiu os textos anteriores.

Vídeo: Terrorista palestino ataca casal com um filho de 2 anos, fere a mulher e a criança e esfaqueia até a morte o pai e um rabino que tentava ajudar a família

O terrorista Muhannad Shafik Halabi, armado com uma faca, atacou um casal de judeus religiosos na cidade de Jerusalém neste sábado a noite, dia 3/10/2015. O terrorista feriu a criança, a mulher e matou o marido, Aharon Banita Bennett (21) e o rabino Nehemia Lavi (41), que tentava ajudar a família. 



Neste exato momento, apenas algumas horas após o ataque, uma página em árabe no Facebook criada em homenagem ao terrorista já conta com quase 3000 curtidas. 
A página se refere ao criminoso como الشهيد (shahíd/mártir islâmico), um título honorífico concedido post-mortem aos muçulmanos quando estes se sacrificam em nome do Islã.


Atualização
A viúva Adelle Banita-Bennett, que também foi ferida no ataque, conta em uma entrevista como os árabes que presenciaram o ataque reagiram:

"Eu corri por dezenas de metros com uma faca no meu ombro, sangrando. Árabes da região que viram esta cena horrível aplaudiram, riram e disseram que esperavam que eu morresse rapidamente. Eu senti que eu estava prestes a desmaiar [...] eu tentei me apoiar em alguém que passava por ali e ele apenas se sacudiu, me chutou e me disse 'morra'."