terça-feira, 19 de maio de 2015

"Palestina" canonizada pelo Papa teve a garganta cortada por se recusar a se converter ao islamismo

Em meio a polêmica causada pelo desastroso pronunciamento do Papa Francisco, fatos importantes foram omitidos pela imprensa acerca da canonização das duas mulheres "palestinas" -- na época a Palestina era apenas uma província do império turco-otomano. 

De acordo com o site catholicsaints.info, esta é a história de Mary Baouardy, a santa Maria de Jesus crucificado:
Prometida em um casamento arranjado aos 13 anos, ela se recusou a honrar o compromisso, insistindo em ter uma vida religiosa. Como castigo por sua desobediência, seu tio a contratou como empregada doméstica, certificando-se de que ela teria o mais baixo e degradante dos postos de trabalho. Um servo muçulmano, com quem ela trabalhava, começou a agir como seu amigo, tentando convertê-la do cristianismo [para o islã]. Em 8 de Setembro de 1858, Maria o convenceu de que nunca abandonaria a sua fé; em resposta, ele cortou sua garganta e deixou-a em um beco. Maria sobreviveu, uma aparição da Virgem Maria tratou a ferida e ela deixou a casa de seu tio para sempre.

Ainda de acordo com o Catholic Saints, Mary Baouardy nasceu em uma "pobre família grega melquita católica". As famílias de seus pais, Giries (Jorge) Baouardy e Mariam Chahine, vieram de Damasco, na Síria. 


Mary Baouardy, a santa Maria de Jesus crucificado: uma "palestina" grega

Apesar de ter sido uma católica de origem grega (cuja família veio da Síria) vítima de um muçulmano -- apenas por se negar a abrir mão de sua fé --, hoje os muçulmanos usam sua canonização como "prova" da existência de um povo árabe-palestino.   

sábado, 16 de maio de 2015

Depois de reconhecer estado palestino inexistente, Papa diz que o terrorista Mahmmoud Abbas pode ser o "anjo da paz"

Pope Francis exchanges gifts with Palestinian leader Mahmoud Abbas during an audience at the Vatican Saturday, May 16, 2015. (Alberto Pizzoli/Pool Photo via AP)


"Que o anjo da paz destrua o espírito maligno da guerra. Pensei em você: que você seja um anjo da paz ", disse o Papa, depois de presentear Mahmoud Abbas com um medalhão da paz.

Foi com estas palavras que o Papa envergonhou a Igreja, apoiou um conhecido terrorista e legitimou a opressão sistemática de cristãos que ocorre nos territórios controlados por Mahmmoud Abbas.

Mahmoud Abbas, o homem que o Papa Francisco diz poder ser o "anjo da paz", em vários momentos:
  • Abbas condecora com a "estrela da honra" o terrorista Nayef Hawatmeh, responsável pelo Massacre de Ma'alot, um dos piores atentados terroristas da história de Israel. No dia 15 de maio de 1974, terroristas palestinos assassinaram 26 reféns (incluindo 22 crianças de 5 a 12 anos) na escola primária Netiv Me'ir. Hawatmeh também comandou um ataque a um ônibus escolar que matou 9 crianças e três adultos, um atentado a bomba que deixou 7 mortos em Jerusalém e o assassinato de 4 reféns em Beit Shean.




  • Fatah, o movimento controlado por Abbas, declara em sua página oficial que Abdel Rahman al-Shaludi, o terrorista que atropelou 8 pessoas inocentes em uma estação de trem em Jerusalém, matando um bebê de três meses e uma jovem estudante equatoriana, é um "mártir heróico".  

Chaya Zisel Braun, de três meses de idade, e a estudante equatoriana Karen Mosquera (esquerda): vítimas fatais do "mártir heróico" de Mahmoud Abbas:









  • Em março de 2015, o mesmo Fatah de Mahmoud Abbas inaugurou um monumento em homenagem a Dalal Mughrabi, uma terrorista que participou do sequestro de um ônibus que resultou na morte 38 civis, incluindo 13 crianças. Outras 71 pessoas ficaram feridas.


  • Em cerimônia televisionada pelo canal oficial da Autoridade Palestina, no dia 31 de dezembro de 2013, Abbas glorifica terroristas que foram libertados por Israel. Entre os "heróis" estavam:  Jamal Abu Muhsin, que esfaqueou até a morte um idoso de 76 anos em um parque. O idoso era um sobrevivente do HolocaustoNa'im al-Shawamreh, que plantou um explosivo que matou um policial israelense, e Ahmed Kmeil, um terrorista responsável pela morte de um soldado israelense e 15 palestinos suspeitos de cooperar com Israel. 

  • Mahmoud Abbas financiou o Massacre de Munique, no qual 11 atletas israelenses foram assassinados durantes as Olimpíadas. Foi o que afirmou Abu Daoud, um dos mentores do ataque, em sua biografia. 



من الأفضل أن يموت اللاجئ في سورية، من التخلي عن حقه في العودة

"É melhor morrer como um refugiado na Síria do que abandonar o direito de retorno"

Esta é Israa al-Masri, uma pequena menina síria de origem palestina, fotografada momentos antes de morrer de fome no campo de Yarmouk: 


Até o fim de julho de 2014, ao menos 2402 árabes-'palestinos' tinham sido mortos por causa da guerra civil síria. 

Este é o "anjo da paz" do Papa Francisco. 


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Esta não foi a primeira vez que o Papa elogiou o terrorista. De acordo com o jornal italiano La Stampa, o Papa Francisco já tinha chamado Mahmoud Abbas de "homem de paz" em maio de 2014, durante uma visita a cidade de Belém.
"Papa Francesco aveva definito Abu Mazen «uomo di pace» durante la visita a Betlemme nel maggio del 2014"

Jornal libanês: há uma crise de direitos humanos em territórios sob controle do Hamas e da Autoridade Palestina


Do jornal libanês Daily Star:
Um dos principais grupos de defesa dos palestinos diz que os direitos humanos dos habitantes que vivem nos territórios palestinos estão em seu "pior [momento]" em anos.
O relatório anual da Comissão Palestina Independente para os Direitos Humanos disse que centenas de pessoas foram torturadas pelas autoridades em Gaza, governada pelo grupo islâmico Hamas, e na Cisjordânia, governada pela Autoridade Palestina, que é apoiada pelo Ocidente.
Ele diz que várias pessoas morreram enquanto estavam detidas pelo Hamas, e uma morreu enquanto estava encarcerada na Cisjordânia. Ele também diz que o Hamas retirou 16 presos de suas celas e os matou durante a guerra com Israel, no ano passado.
O chefe da Comissão, Ahmad Harb, disse que outras violações incluem a proibição de manifestações pacíficas. Ele disse que as violações de direitos "aumentaram em volume" ao longo dos últimos quatro anos.
 Original:

Rights group: Human rights under Palestinian rule worsened

A leading Palestinian advocacy group says human rights for people living in the Palestinian territories are at their "worst" in years.
The annual report by the Palestinian Independent Commission for Human Rights said hundreds of people were tortured by authorities in Gaza, ruled by the Islamic militant group Hamas, and in the West Bank, governed by the Western-backed Palestinian Authority.
It says several people died in Hamas detention and one died while incarcerated in the West Bank. It also says Hamas took 16 prisoners from their jail cells and killed them during the war with Israel last year.
Commission chief Ahmad Harb said other violations include bans on peaceful gatherings. He said rights violations "increased in volume" over the past four years.


sábado, 2 de maio de 2015

Democracia palestina: Autoridade Palestina prende homem que curtiu comentário crítico a Yasser Arafat no Facebook

Um funcionário da Autoridade Palestina foi preso no sábado passado pela Agência de Inteligência do governo por ter "curtido" um comentário postado no Facebook por sua sobrinha, uma estudante da universidade Bir Zeit, no qual ela afirma que o falecido líder palestino Yasser Arafat "não era um mártir".

A prisão de Khalil Afaneh, um funcionário público que trabalha para um dos ministérios (Waqf) da Autoridade Palestina, foi relatada pela primeira vez pela agência oficial de notícias WAFA, no sábado, que explicou de forma lacônica que o motivo de sua prisão foi por "atacar e prejudicar o mártir, líder eterno e símbolo do povo palestino Abu Ammar (Arafat)". O texto não explicava onde ou quando o crime ocorreu e nem apresentava qualquer detalhe sobre ele.

A história completa foi revelada mais tarde, pela agência de notícias palestina independente Donia al-Watan. Namir Moghrabi, uma estudante da Universidade de Birzeit, perto de Ramallah, tinha comentado no Facebook sobre os resultados das eleições estudantis na semana passada, na qual o Hamas obteve uma vitória esmagadora. A razão da derrota do Fatah, ela escreveu, foi o fato de que os estudantes do grupo nomearam sua chapa como "o mártir Yasser Arafat", quando, na verdade, o falecido líder não tinha sido um mártir de forma nenhuma.

"Quando um aluno vai para a votação para eleger o bloco estudantil e vê nas cédulas as palavras 'Yasser Arafat' precedidas pela palavra "mártir", ele fica chocado; ele se recusa a confirmar uma frase que iguala nossos mártires verdadeiros e Yasser Arafat ", escreveu Moghrabi. Seu tio, Afaneh, "curtiu" seu comentário e, por essa razão, foi convocado pela inteligência palestina.


Ainda de acordo com o artigo publicado no Donia al-Watan, Moghrabi também foi punida por seus comentários. Fontes próximas a administração da universidade disseram ao site de notícias que ela seria expulsa, e uma carta emitida pelo Ministério da Educação iria proibir sua aceitação em qualquer outra universidade palestina.


Original:

بعد الاساءة للرئيس الشهيد أبو عمار : نشطاء يطالبون "بيرزيت" بفصل طالبة والمخابرات تعتقل "خالها"

بعد الاساءة للرئيس الشهيد أبو عمار : نشطاء يطالبون "بيرزيت" بفصل طالبة والمخابرات تعتقل "خالها"

تاريخ النشر : 2015-04-25

رام الله -خاص  دنيا الوطن
هاجمت الطالبة نمير المغربي من جامعة بيرزيت في بوست على صفحتها الشخصية على الفيسبوك الشهيد ياسر عرفات زاعمة ان سبب خسارة الشبيبة الفتحاوية في جامعة بيرزيت تسمية القائمة التي ترشحت بكتلة الشهيد ياسر عرفات .

وبعد نشر "بوست" الطالبة مغربي ضجّ الفيسبوك غضباً بسبب الانتقاد المسيء للشهيد ابو عمار وتجريحها بشخصه وتعمدها اثارة الراي العام وتأجيج مشاعر الفلسطينيين بكلام "مسيء" .

وفي التعليقات على "البوست" المذكور علّق "خال" الفتاة نمير وهو موظف سلطة وطنية من منطقة ابو ديس بالقدس مشجعا اياها على ما كتبته معتبراً ان الرئيس ابو عمار ليس بشهيد .

وخال الفتاة "شقيق والدتها" هو خليل عفانة وقام جهاز المخابرات العامة باستدعائه .

وقالت وكالة الانباء وفا ان جهاز المخابرات العامة الفلسطينية اعتقل صباح اليوم السبت، خليل علي عفانة وهو موظف في وزارة الأوقاف فرع أبوديس، وذلك على خلفية قيامه بالتهجم والإساءة إلى الشهيد القائد الخالد ورمز الشعب الفلسطيني 'أبو عمار'.

وطالب نشطاء الفيسبوك جامعة بيرزيت بفصل الطالبة لتهجمها على الشهيد ابو عمار بينما قالت بعض الشخصيات القريبة من ادارة جامعة بيرزيت ان الجامعة قررت فصل الطالبة واصدار كتاب من وزارة التربية والتعليم بعدم استقبال الطالبة المذكورة في اي جامعة في الوطن , ولم تؤكد مصادر دنيا الوطن ذلك .

البوست المسيء

شقيق والدة الفتاة الذي اعتقله جهاز المخابرات العامة


http://www.alwatanvoice.com/arabic/news/2015/04/25/704161.html#ixzz3Z0Jp91GM



Jornalista árabe: os palestinos verdadeiramente oprimidos são ignorados pela imprensa

por 
  • A mídia internacional continua ignorando o "sofrimento" dos palestinos que vivem sob controle da Autoridade Palestina, na Cisjordânia, e do Hamas, na Faixa de Gaza, bem como o sofrimento de palestinos em vários países árabes, principalmente na Síria, Jordânia e Líbano
  • "A Autoridade Palestina não quer democracia". — Mãe de Jihad Salim, atacado por interrogadores palestinos que queriam saber o motivo da vitória do Bloco Islâmico nas eleições estudantis na Universidade Bir Zeit
  • A comunidade internacional presta atenção aos palestinos somente quando eles são "vítimas" de Israel. A contínua obsessão da mídia com Israel permite que os países árabes, bem como a Autoridade Palestina e o Hamas, prossigam com sistemáticas violações de direitos humanos e liberdade de expressão
A comunidade internacional parece ter esquecido que os palestinos não vivem somente na Cisjordânia ou na Faixa de Gaza, mas também em vários países árabes, principalmente na Síria, Jordânia e Líbano.
Jornalistas ocidentais que cobrem o conflito israelense-palestino normalmente dirigem o foco ao "sofrimento" dos palestinos afetados pelas políticas de segurança israelense, ao mesmo tempo em que ignoram o que está acontecendo com os palestinos em países árabes vizinhos.

Por exemplo, estes mesmos jornalistas fazem vista grossa em relação aos assassinatos de palestinos que ocorrem diariamente na Síria e para o fato dos palestinos que vivem no Líbano e em outros países árabes estarem sujeitos a apartheid e outras leis discriminatórias [1], [2], [3], [4], [5].
Um palestino morto a tiros depois de ter esfaqueado um soldado israelense em Hebron recebe mais cobertura na mídia internacional do que uma mulher palestina que morre de fome na Síria.

O caso e as fotos de Mahmoud Abu Jheisha, que foi fatalmente atingido após esfaquear um soldado em Hebron, atraiu a atenção de muitos veículos de mídia ocidentais cujos jornalistas e fotógrafos chegaram à cidade para cobrir o caso.
No mesmo dia em que Abu Jheisha foi enterrado, uma mulher palestina que vivia na Síria morreu em consequência da falta de comida e remédios. A mulher foi identificada como sendo Amneh Hussein Omari do campo de refugiados de Yarmouk, perto de Damasco, que está cercado pelo exército sírio há 670 dias. A morte dela aumenta para 176 o número de refugiados mortos em consequência da falta de remédios e alimentos no campo.
(Morrem mais palestinos na Síria do que em Gaza)

O caso de Omari não foi coberto por nenhum jornalista ocidental sediado na região. Do ponto de vista deles o caso não é importante pelo fato de que ela morreu em um país árabe.
Se Omari tivesse morrido em uma aldeia ou em um campo de refugiados na Cisjordânia ou na Faixa de Gaza, sua história teria saído na primeira página na maioria dos jornais mais importantes do Ocidente. Isso porque eles teriam como vincular sua morte às medidas israelenses na Cisjordânia ou ao bloqueio na Faixa de Gaza. Os mesmos jornalistas que fizeram reportagens sobre as duras condições econômicas na Cisjordânia e na Faixa de Gaza não parecem se importar com os palestinos que estão morrendo de fome e sendo torturados até a morte em países árabes.

Tampouco os jornalistas estão divulgando informações aos seus leitores e telespectadores sobre o fato de mais de 2800 palestinos terem sido mortos na Síria, desde o início da guerra civil naquele país há quatro anos. Um relatório publicado por um grupo de defesa palestino também revelou que mais de 27.000 palestinos fugiram da Síria para diferentes países europeus nos últimos quatro anos. O relatório também observa que o campo de Yarmouk está sem energia elétrica há mais de 730 dias e sem água há mais de 229 dias.

No início do mês vigente outro relatório informava que oito palestinos morreram sob tortura em prisões sírias. Três das vítimas eram mulheres, inclusive Nadin Abu Salah de 22 anos, que estava grávida. O relatório revelou que 83 palestinos morreram sob tortura em prisões sírias no mês de março desse ano.

Estes palestinos são desafortunados por não estarem na Cisjordânia ou na Faixa de Gaza. A comunidade internacional presta atenção nos palestinos somente quando eles são "vítimas" de Israel.
Paralelamente, a mídia internacional continua ignorando o "sofrimento" dos palestinos que vivem sob o domínio da Autoridade Palestina ("AP"), na Cisjordânia, e sob o domínio do Hamas, na Faixa de Gaza.

Na Cisjordânia, as forças de segurança da AP continuam prendendo palestinos que postam comentários críticos no Facebook ou que se manifestam abertamente contra os líderes palestinos.
Por exemplo, na semana passada o Serviço Geral de Inteligência Palestino prendeu Khalil Afaneh, funcionário do Departamento da Wakf (Fundação islâmica) por "difamar" Yasser Arafat em sua página no Facebook.

Em 25 de abril, a AP prendeu o jornalista Ahmed Abu Elhaija, de Jenin, quando ele estava a caminho para participar de uma conferência na Jordânia. Não foi dada nenhuma justificativa para a prisão, não sendo a primeira vez que isso acontece envolvendo jornalistas e blogueiros palestinos.

Outro caso que foi ignorado pela mídia internacional é o de Jihad Salim, membro do Bloco Islâmico filiado ao Hamas na Universidade Bir Zeit, na Cisjordânia. Salim foi preso por agentes de segurança palestinos assim que o Bloco Islâmico venceu a eleição do conselho estudantil da universidade.
Ao ser solto ele disse de foi atacado fisicamente pelos interrogadores, que o questionaram sobre as razões do Bloco Islâmico ter vencido a eleição. "A Autoridade Palestina não quer democracia", disse sua mãe após ele ser solto. "Por que eles estão prendendo estudantes e quem se beneficia com isso"?

A situação na Faixa de Gaza não é muito diferente. A maioria dos casos que aparecem na mídia internacional ignoram as práticas e violações cometidas pelo Hamas contra os palestinos. Veja, por exemplo, a recente decisão do Hamas de impor um novo tributo em uma série de produtos. A decisão provocou duras críticas de muitos palestinos, alguns até pleiteando uma rebelião contra o Hamas.


Uma palestina fazendo compras em uma feira em Gaza reclama à Al Jazeera News sobre o novo tributo imposto pelo Hamas, 25 de abril de 2015. (imagem: captura de tela de vídeo da Al Jazeera)
Repetindo: esta não é uma história que provoca o interesse de muitos jornalistas sediados no Oriente Médio, principalmente porque Israel não está envolvido.

Ao fazer vistas grossas para o sofrimento de palestinos nos países árabes e sob o domínio da Autoridade Palestina e do Hamas, os jornalistas estão prestando um desserviço. Não apenas ao seu público, mas também aos próprios palestinos. A contínua obsessão da mídia com Israel permite que os países árabes, bem como a Autoridade Palestina e o Hamas, prossigam com as sistemáticas violações de direitos humanos e de liberdade de expressão.

Mais uma prova da crise humanitária em Gaza: Site de notícias palestino relata a falta de cera usada em pranchas de surf

O site de notícias árabe-palestino Maan relatou em 2012 mais uma das trágicas conseqüências do bloqueio egípcio/israelense de Gaza -- aquele que é comparado a um campo de concentração nazista: surfistas locais não conseguem mais encontrar cera para pranchas de surf.

A matéria ainda informa que os árabes de Gaza são forçados a produzir sua própria cera de forma artesanal, depois que um curso ministrado por um ativista americano ensinou o processo de produção para surfistas locais.

"Campo de concentração a céu aberto" (foto do site árabe-palestino Sawa News)

Original:

نادي الدولفين يعقد دورة لصيانة ألواح التزلج وركوب الأمواج

نشر بتاريخ: 15/04/2012 ( آخر تحديث: 15/04/2012 الساعة: 17:06 )

غزة- معا- عقد نادي الدولفين للرياضة المائية دورة لصيانة ألواح التزلج وركوب الأمواج، لعدد من الرياضيين وهواة الرياضة المائية.
وقال حازم حرز الله، المنسق الإداري للنادي أن الدورة تضمنت وسائل صيانة ألواح التزلج، وخطوات عملية لصناعة الشمع المستخدم في تغليف سطح الألواح لحماية اللاعبين من التزحلق والسقوط، كبديل في ظل عدم توفر هذا النوع من الشمع في قطاع غزة.
وأكد حرز الله أن الدورة التي قدمها الناشط الأمريكي في مجال ركوب الأمواج، ماثيو أولسن، هدفت بشكل أساسي لتعريف الرياضيين من هواة ركوب الأمواج على صناعة الشمع باستخدام الخامات المحلية، بديلا للمستورد الذي يصعب توفيره في الدول المحيطة، مشيرا إلى أن الدورة جاءت في إطار الجهود التي يبذلها النادي في سبيل تطوير رياضة التزلج وركوب الأمواج، بصفته ناديا متخصصا في الرياضة المائية.
وأوضح حرز الله أن أولسن قدم خلال الدورة أيضا خطوات يمكن من خلالها استخدام مادة "الفيبر جلاس" الذي يستخدم في صناعة القوارب محليا في معالجة الثقوب والكسور والشقوق التي تصيب الألواح أثناء التدريب، خاصة في ظل عدم توفر هذه الألواح في قطاع غزة وصعوبة الحصول عليها من مصدر خارجي، مؤكدا أهمية تطوير مهارات الصيانة الذاتية للاعبين من أجل التغلب على هذه العقبة.
وأشار إلى أن نادي الدولفين يسعى مستقبلا إلى تصنيع الألواح محليا في ظل عدم القدرة على استيرادها، خاصة في ظل ارتفاع أسعارها في الدول المصنعة مثل الولايات المتحدة الأمريكية، حيث يصل سعر اللوح الواحد إلى ما يقارب 700 دولار أمريكي.

quinta-feira, 30 de abril de 2015

'Minha Luta' de Hitler, um dos (poucos) best-sellers do mundo árabe

Filial da cadeia inglesa de varejo, a Virgin Megastore do Catar recomenda a leitura de  Mein Kampf (Minha Luta) de Adolph Hitler

O mundo árabe é o último bastião de um anti-semitismo desenfreado, desavergonhado, explícito e inacreditável. Mitos hitleristas são publicados na imprensa popular como verdades incontestáveis. O Holocausto é reduzido ao mínimo ou negado (...) É difícil de imaginar como o mundo árabe poderá um dia chegar a bons termos com Israel quando retrata os israelenses como o diabo
Os países árabes têm uma das mais baixas taxas de alfabetização do mundo -- 27,9%, ou 97 milhões de árabes, são analfabetos. 
Os árabes representam 5% da população mundial, e ainda assim produzem apenas 1% dos livros publicados no mundo, sendo a maioria deles livros religiosos. Como medida de comparação, Espanha traduz mais livros para o espanhol a cada ano do que todo o mundo árabe tem traduzido para o árabe desde o século IX.  (Literacy and adult education in the Arab World) [2]

Ainda assim -- e apesar desses números impressionantes! --, é  no mundo árabe, e em geral no mundo muçulmano, que Mein Kampf tem tido mais edições desde 1930. Mesmo hoje, quando os Protocolos dos Sábios de Sião são o maior best-seller dos países árabes, Mein Kampf ainda continua a ter tiragens significativas de Argel ao Cairo, de Tunis a Teerã, de Trípoli a Damasco, de Beirute a Islamabad e de Bagdá a Jacarta.

O seu sucesso foi tão grande na Palestina (antes da criação de Israel) que na sua edição de 13 de Março de 1939, o Times, de Londres, revelava que os maiores compradores fora da Alemanha eram os árabes vivendo naquele território.
Uma tradução para o árabe de Mein Kampf foi distribuída em Jerusalém Oriental e nos territórios controlados pela Autoridade Palestina (AP) e se tornou um best-seller. Em 2005, o site oficial do serviço de informação estatal palestino também publicou uma tradução árabe dos "Protocolos dos Sábios de Sião".

Mas é na Turquia que a bíblia do nazismo atingiu a maior popularidade. O livro -- Kavgam em turco -- está à venda em todas as cidades turcas, das livrarias mais respeitáveis as bancas de rua.

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Há Apartheid em Israel?

Reda Mansour (رضا منصور) - poeta e diplomata. Ele é o embaixador de Israel no Brasil. Druso.

Naim Araidi (نعيم عرايدي)‎ - o poeta árabe-druso é o embaixador de Israel na Noruega.

George Deek (جورج الديك) - serve como vice-embaixador de Israel na Noruega. Cristão árabe.  

Rania Okby - a primeira médica beduína no mundo.

Salim Joubran (سليم جبران) - Ministro da Suprema Corte de Israel. Árabe.

Ghassan Alian (غسان عليان) - Coronel da brigada Golani do exército de Israel. Árabe-druso.

Alean al-Krenawipresidente da faculdade Achva. Beduíno.  

Niral Karantinji - vencedora da segunda temporada do programa The Models (versão israelense do America's Next Top Model). Muçulmana árabe.

Nasrin Qadri (نسرين قادري) - vencedora do reality show musical "Eyal Golan te chama". Árabe muçulmana.

Aziz Darawshe (عزيز دراوشة) - Diretor da emergência do hospital Hadassah-Ein Kerem. Árabe muçulmano.  

Massad Barhoum (مسعد برهوم) - Diretor-geral do Hopital da Galiléia. Árabe. 

Lina Makhoul (لينا مخول) - Cristã árabe. Vencedora do reality show musical The Voice. 

Yusef Mishleb - Major-general do exército de Israel. Árabe-druso.

Jamal Zahalka (جمال زحالقة) - Ferrenho anti-sionista que diz sofrer com o "apartheid israelense", mas é membro eleito do parlamento de Israel por três mandatos consecutivos. Fez mestrado e doutorado na Universidade Hebraica de Jerusalém. Árabe muçulmano.

Walid Badir (وليد بادر) - ex-jogador de futebol e capitão do time israelense HaPo'el Tel Aviv. Jogou 74 jogos pela seleção israelense. Árabe.

Rana Raslan (رنا رسلان) - Miss Israel. Representou o país no Miss Mundo de 1999.  Árabe.

Majalli Wahabi (مجلي وهبي) - Parlamentar israelense. Serviu como Vice-Ministro da Educação e, em 2007, atuou como chefe de estado durante uma viagem da presidente-interina, depois do afastamento do então presidente Moshe Katsav. 

Hanin Zoabi (حنين زعبي) - política anti-sionista. Defende a destruição de Israel enquanto serve como deputada no parlamento do país. Árabe muçulmana.

Azmi Bishara (عزمي بشارة) - ex-parlamentar israelense. Fugiu do país depois que a polícia descobriu que ele colaborava com o grupo terrorista libanês Hezbollah. Árabe muçulmano.


domingo, 19 de abril de 2015

Estado Islâmico produz vídeo mostrando a execução de 30 cristãos etíopes como recado para a "nação da cruz"

Novo vídeo produzido pelo Estado Islâmico mostra 30 cristãos etíopes sendo executados. Segundo alguns relatos, eles decapitaram 15 cristãos e fuzilaram os outros 15. No vídeo, um dos carrascos afirma que eles vão continuar matando os cristãos até que o politeísmo -- neste caso, a crença na Trindade e na divindade de Jesus -- seja destruído. 



O vídeo começa com os tradicionais louvores a Alá e ao profeta Maomé. Em seguida, o carrasco manda uma longa mensagem para a "nação da cruz".

Aos 3:26, logo após as execuções, um homem falando em árabe diz:
"Dizemos aos cristãos que o Estado islâmico vai se espalhar por toda parte pela vontade de Alá. Ele vai chegar até vocês, mesmo que vocês estejam seguros em suas fortalezas. Quem quer que se converta ao Islã terá paz, e quem aceitar o status de Dhimmi (cidadão de segunda classe subjugado pelos muçulmanos) [1] [2] [3] será deixado em paz. Mas aquele que rejeita os nossos termos não receberá nada de nós, exceto o fio da espada. Os homens serão abatidos, as mulheres e crianças serão escravizadas e seu dinheiro será confiscado. Esta é a lei de Alá e de seu profeta." 
"Combatei aqueles que não crêem em Alá nem no último dia, que praticam o que foi proibido por Alá e Seu Mensageiro, e não reconhecem a religião da verdade, mesmo que sejam dos Povos do Livro, até que paguem a Jizya com submissão voluntária, e se sintam subjugados." 
- Corão 09:29

sábado, 18 de abril de 2015

Padre árabe fala sobre o genocídio em Gaza

Esta imagem foi retirada da página oficial do padre Gabriel Naddaf:


Um estudo publicado pelo professor alemão Gunnar Heinsohn, da Universidade de Bremen, confirma que nunca houve um genocídio cometido por Israel e que o conflito árabe-israelense é um dos menos mortais da história.

A fim de colocar as fatalidades do conflito no seu próprio contexto, Gunnar Heinsohn compilou estatísticas para classificar os conflitos desde 1950 pelo número de mortes humanas ocorridas. Note como bem abaixo na lista encontra-se o lançamento das letras em negrito.


Conflitos desde 1950 com mais de 10.000 Fatalidades *
140.000.000China Comunista, 1949-76 (matança total, escassez causada pelo homem, Gulag)
210.000.000Bloco Soviético: final do Estalinismo, 1950-53; pós-Stalinismo, até 1987 (principalmente o Gulag)
34.000.000000 Etiópia, 1962-92,: Comunistas, fome artificial, genocídios
43.800.000Zaire (Congo-Quinshasa): 1967-68; 1977-78; 1992-95; 1998-até o presente
52.800.000Guerra da Coréia, 1950-53
61.900.000Sudão, 1955-72,; 1983-2006 (guerras civis, genocídios)
71.870.000Camboja: Khmer Rouge 1975-79; guerra civil 1978-91
81.800.000Guerra do Vietnã, 1954-75
91.800.000Afganistão: Matanças Soviéticas mutuamente destrutivas e do Taliban 1980-2001
101.250.000Massacres do Paquistão ocidental no Paquistão Oriental (Bangladesh 1971)
111.100.000Nigéria, 1966-79 (Biafra); 1993até o presente
121.100.000Moçambique, 1964-70 (30,000) + depois da retirada de Portugal 1976-92
131.000.000Guerra Irã-Iraque 1980-88
14900.000Genocídio em Ruanda, 1994
15875.000Argélia: contra a França 1954-62 (675.000); entre islâmicos e o governo 1991-2006 (200.000)
16850.000Uganda, 1971-79; 1981-85; 1994 até o presente
17650.000Indonésia: Marxistas 1965-66 (450.000); Timor Oriental, Papua, Aceh etc, 1969 até o presente (200.000)
18580.000Angola: guerra contra Portugal 1961-72 (80.000); depois da retirada de Portugal (1972-2002)
19500.000Brasil contra os seus índios, até 1999
20430.000Vietnã, depois que a guerra terminou em 1975 (seu próprio povo; refugiados dos barcos)
21400.000Indochina: contra a França, 1945-54
22400.000Burundi, 1959-present (Tutsi/Hutu)
23400.000Somália, 1991 até o presente
24400.000Coréia do Norte até 2006 (seu próprio povo)
25300.000Curdos no Iraque, Irã, Turquia, anos 80 à 90
26300.000Iraque, 1970-2003 (Saddam contra as minorias)
27240.000Colômbia, 1946-58,; 1964 até o presente
28200.000Iugoslávia, regime de Tito, 1944-80
29200.000Guatemala, 1960-96
30190.000Laos, 1975-90
31175.000Serbia contra a Croácia, Bósnia-Herzegovina, Kosovo, 1991-1999
32150.000Romênia, 1949-99 (seu próprio povo)
33150.000Libéria, 1989-97
34140.000Rússia contra a Chechênia, 1994 até o presente
35150.000Guerra civil do Líbano, 1975-90
36140.000Guerra do Kuwait, 1990-91
37130.000Filipinas: 1946-54 (10.000); 1972 até o presente (120.000)
38130.000Burma/Mianmar, 1948 até o presente
39100.000Iêmen do Norte, 1962-70
40100.000Serra Leoa, 1991 até o presente
41100.000Albânia, 1945-91 (próprio povo)
4280.000Irã, 1978-79 (revolução)
4375.000Iraque, 2003 até o presente (doméstico)
4475.000El Salvador, 1975-92
4570.000Eritréa contra a Etiópia, 1998-2000
4668.000Sri Lanka, 1997 até o presente
4760.000Zimbábue, 1966-79; 1980 até o presente
4860.000Nicarágua, 1972-91 (Marxistas/nativos etc...)
4951.000Conflito Árabe-Israelense 1950 até o presente
5050.000Vietnã do Norte, 1954-75 (próprio povo)
5150.000Tagiquistão, 1992-96 (secularistas contra Islâmicos)
5250.000Guiné equatorial, 1969-79
5350.000Peru, 1980-2000
5450.000Guiné, 1958-84
5540.000Chad, 1982-90
5630.000Bulgária, 1948-89 (próprio povo)
5730.000Rodésia, 1972-79
5830.000Argentina, 1976-83 (próprio povo)
5927.000Hungria, 1948-89 (seu próprio povo)
6026.000Independência da Cachemira, 1989 até o presente
6125.000Governo Jordaniano x Palestinos, 1970-71 (Setembro Negro)
6222.000Polônia, 1948-89 (seu próprio povo)
6320.000Síria, 1982 (contra islâmicos em Hama)
6420.000Guerra chinesa-vietnamita, 1979
6519.000Marrocos: Guerra contra a França, 1953-56 (3.000) e no Saara Ocidental, 1975 até o presente (16.000)
6618.000República do Congo, 1997-99
6710.000Iêmen Sul, 1986 (guerra civil)
* Todos os números foram arredondados. Fontes: Brzezinski, Z., Fora de Controle: Tumulto global na Véspera do Século XXI, 1993; Courtois, S., Le Livre Noir du Comunismo, 1997,; HEINSOHN, G., DER DE LEXIKON VÖLKERMORDE, 1999, 2º ED.; HEINSOHN, G., UND DE SÖHNE WELTMACHT, 2006, 8º ED.; RUMMEL. R., Morte pelo Governo, 1994; Pequeno, M. e Singer, J.D., Recorra às Armas: Guerras Internacionais e civis 1816-1980, 1982,; White, M., Número de Mortos das Principais Guerras e Atrocidades do Século XX," 2003.
Este inventário horrível mostra o número total de mortes em conflitos desde 1950 é de aproximadamente 85.000.000. Dessa soma, as mortes causadas pelo conflito árabe-israelense, desde 1950, incluem 32.000 mortes devido a ataques de estados árabes e 19.000 devido a ataques palestinos ou seja 51.000 ao todo. Árabes compõem aproximadamente 35.000 dos mortos e os judeus israelenses 16.000.
Estes números significam que as mortes nos confrontos entre árabes e israelenses, desde 1950, significam somente 0,06 por cento do número total de mortes em todos os conflitos naquele período. Graficamente, só 1 em cada 1,700 pessoas mortas em conflitos desde 1950 morreram devido ao conflito árabe-israelense.

(Adicionando os 11.000 mortos na guerra da independência israelense, 1947-49, compostos de 5.000 árabes e de 6.000 judeus israelenses, não se alteram estes números significativamente).

Numa perspectiva diferente, uns 11.000.000 (onze milhões!) de muçulmanos foram mortos violentamente desde 1948, dos quais 35.000 (ou 0,3 por cento) morreram durante os sessenta anos de lutas com Israel, ou seja 1 a cada 315 fatalidades muçulmanas. Em contraste, mais de 90 por cento dos 11 milhões que pereceram foram mortos pelos próprios muçulmanos.


Professor Heinsohn é o diretor do für de Raphael-Lemkin-Institut Xenophobie - und Genozidforschung da Universidade de Bremen.

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Jornal egípcio denuncia: Mais importante universidade islâmica do mundo ensina que é permitido comer judeus e cristãos mortos


O jornal egípcio Egypt Independent, que é a versão em língua inglesa do gigante al-Masry al-Youm, denuncia que a universidade al-Azhar, a mais tradicional e importante instituição religiosa muçulmana do mundo, ensina a crianças que judeus, cristãos e descrentes mortos podem ser comidos em caso de necessidade -- mas proíbe que eles comam um muçulmano caso se encontrem na mesma situação.

Original:
Livros didáticos de jurisprudência religiosa usados por estudantes da al-Azhar abordam, entre outros assuntos, a questão de comer seres humanos mortos, citando Mansour bin Yunus al-Bahuti, um estudioso da escola Hanbali de jurisprudência que morreu há 500 anos, dizendo que comer judeus, cristãos e descrentes é halal (permitido pelo Islã) se for uma necessidade, mas os não-muçulmanos não podem comer muçulmanos mortos, mesmo em caso de necessidade.
Outro livro didático cita Imam al-Sherbini, da escola Shafi de jurisprudência, dizendo que profetas mortos de qualquer religião não devem ser comidos. E que quando ele foi informado de que os profetas não morrem e que jazem vivos, rezando em suas sepulturas, de acordo com a Hadith, ele explicou que sua intenção foi dizer que isso se aplicaria caso eles fossem encontrados mortos antes de serem enterrados. 
Ele também esclareceu que a carne de mortos judeus, cristãos e infiéis deve ser comida crua, e não cozida ou grelhada.
Outros livros didáticos da al-Azhar dizem que a ingestão de judeus, cristãos e descrentes mortos pode ser autorizada não apenas por necessidade, mas também como uma punição por heresia.
No livro “Persuasion in Resolving the Words of Abi Shoga” que segue a escola Shafi de jurisprudência, o autor diz que um guerreiro muçulmano pode matar e comer homens, mulheres e crianças infiéis, se eles não tiverem sido eles próprios guerreiros. 
Mas bin Abdel Salam recomenda comer adultos guerreiros e deixar as crianças guerreiras [vivas] por seu valor econômico como escravas.
No capítulo que trata do que é permitido comer, o livro "al-Sharh al-Saghir", que explica a escola Maliki de jurisprudência, diz que não é permitido comer animais selvagens caçados por um muçulmano e um infiel em conjunto, ou nada abatido por um cristão ou um judeu. 

domingo, 12 de abril de 2015

Anti-Sionismo ou anti-semitismo? Judeus anti-sionistas são agredidos por muçulmanos defendidos por eles


No dia 30 de março de 2012, o site في المرصاد  cobriu uma manifestação anti-Israel chamada Global March. O texto, intitulado اعتداء على حاخامات يهود في مسيرة القدس (Ataque contra rabinos judeus em marcha por Jerusalém), conta como judeus americanos anti-sionistas do minúsculo grupo Neturei Karta foram agredidos na Jordânia enquanto marchavam em favor destes mesmos muçulmanos e contra Israel:


عمان- في المرصاد- شهدت مسيرة القدس التي انطلقت صباح الجمعة من مختلف مناطق الأردن تزامنا مع اطلاقها في أكثر من ثمانين مدينة في العالم، اعتداءً بالضرب والشتم ضد حاخامات يهود يحملون الجنسية الأميركية يشاركون في المسيرة، باعتبارهم معارضين لسلطات الاحتلال الإسرائيلي.

واعتدى شبان متحمسون على 4 من هؤلاء المشاركين اليهود، بسبب ارتدائهم ملابس حاخامية. وينتسب هؤلاء إلى حركة "ناطوري كارتا" الرافضة للاحتلال الإسرائيلي لفلسطين، والداعية لعدم قيام دولة إسرائيل.

A matéria prossegue informando que líderes da manifestação pedem por proteção a esses judeus já que eles atuam contra Israel. O texto ainda dá informações sobre as motivações e a origem do grupo anti-sionista. O que ele omite é que:

O Neturei Karta tem apenas algumas centenas de membros;

É um grupo tão radical que foi banido e renegado por todas as comunidades judaicas -- incluindo até outros grupos ultra-ortodoxos;

O grupo era financiado pela Autoridade Palestina/Yasser Arafat.

Yemen Post: Bombardeios sauditas no Iêmen deixam mais de 400 crianças feridas ou mortas

Do jornal Yemen Post:



A ação conjunta da Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Kuwait, Qatar, Bahrein e Egito veio em resposta ao pedido do presidente iemenita, Abdo Rabbo Mansour Hadi, que foi derrubado do poder pelos houthis, um grupo muçulmano xiita apoiado pelo Irã.

O conflito já causou a morte de 3 sauditas e centenas de iemenitas -- grande parte deles civis --, mas a imprensa não tem dado quase nenhum destaque a esse fato. As acusações de "ataques aéreos indiscriminados" e "resposta desproporcional", muito usadas por jornalistas ocidentais durante o conflito entre Israel e Hamas em Gaza, não são vistas em lugar nenhum...