terça-feira, 15 de maio de 2018

Mais três palestinos mortos, entre eles um menor de 16 anos


O grupo terrorista Jihad Islâmica publicou um aviso sobre a morte de três dos militantes de suas Brigadas al-Quds. Ou, como eles os chamam:"mártires heróis".

O da direita é Ahmed Adel Mousa al-Shaer, que tinha 16 anos. Ao menos uma das "crianças" mortas ontem era membro de um grupo terrorista.

Aqui temos provas fotográficas de que grupos terroristas de Gaza recrutam crianças para o terror. E que grupos terroristas estão se escondendo no meio dos protestos para preparar atos de terror.
E provas de que Israel não está matando pessoas aleatoriamente.

O que isso significa? Mais evidências que a mídia irá ignorar.



الجهاد الإسلامي وذراعها العسكري يحتسبان ثلاثة من شهداء العودة بخانيونس

احتسبت حركة الجهاد الإسلامي في فلسطين، وذراعها العسكري "سرايا القدس" الشهداء الأبطال الذين ارتقوا في هذا اليوم المبارك وهم يدافعون عن مسرى رسول الله صلى الله عليه وسلم ، ويشهدون بدمائهم الزكية الطاهرة على ثبات شعبنا وإصراره وعزمه على استمرار الجهاد والمقاومة حتى تحرير كل شبر من أرض فلسطين.

وقال بيان لحركة الجهاد الإسلامي إن ثلاثة من مجاهديها كانوا من بين الشهداء الأبطال في هذا اليوم، وهم:

1- الشهيد المجاهد البطل الجريح فادي حسن أبو سلمي ( أبو صلاح )، من خانيونس (30 عاماً)، مبتور القدمين في قصف صهيوني عام 2008. وقد كان يتقدم الصفوف في كل المواجهات مع الاحتلال شرق خانيونس ، وقد استشهد اليوم وهو على كرسيه المتحرك في الصفوف الأولى .

2- الشهيد المجاهد البطل: عبيدة سالم عبد ربه فرحان من خانيونس (30عاما).

3- الشهيد المجاهد البطل / أحمد عادل موسى الشاعر من خانيونس (16 عاما).

وعاهدت الحركة الله تبارك وتعالى وشعبنا وأمتنا بالحفاظ على مسيرة الجهاد والشهادة ، وأن دماء الشهداء لن تضيع هدراً بإذن الله.

نص البيان

بسم الله الرحمن الرحيم

"ولا تهنوا ولا تحزنوا وأنتم الأعلون إن كنتم مؤمنين" صدق الله العظيم

نعي شهداء العودة الأبطال

بكل ثقة وإيمان بالله عزوجل ، وبكل فخر واعتزاز بشعبنا وتضحياته العظيمة ، تحتسب حركة الجهاد الإسلامي في فلسطين وذراعها العسكري "سرايا القدس" الشهداء الأبطال الذين ارتقوا في هذا اليوم المبارك وهم يدافعون عن مسرى رسول الله صلى الله عليه وسلم ، ويشهدون بدمائهم الزكية الطاهرة على ثبات شعبنا وإصراره وعزمه على استمرار الجهاد والمقاومة حتى تحرير كل شبر من أرض فلسطين.

وتزف الحركة ثلاثة من مجاهديها الذين كانوا من بين الشهداء الأبطال في هذا اليوم، وهم:

1- الشهيد المجاهد البطل الجريح فادي حسن أبو سلمي ( أبو صلاح )، من خانيونس (30 عاماً)، مبتور القدمين في قصف صهيوني عام 2008. وقد كان يتقدم الصفوف في كل المواجهات مع الاحتلال شرق خانيونس ، وقد استشهد اليوم وهو على كرسيه المتحرك في الصفوف الأولى .

2- الشهيد المجاهد البطل: عبيدة سالم عبد ربه فرحان من خانيونس (30عاما).

3- الشهيد المجاهد البطل / أحمد عادل موسى الشاعر من خانيونس (16 عاما).

وإننا نعاهد الله تبارك وتعالى ثم نعد شعبنا وأمتنا بالحفاظ على مسيرة الجهاد والشهادة ، وأن دماء الشهداء لن تضيع هدراً بإذن الله.

حركة الجهاد الإسلامي في فلسطين

وذراعها العسكري سرايا القدس

الاثنين 28 شعبان 1439هـ، 2018/5/14م


Ministros do Hamas destroem a narrativa da imprensa ocidental: os protestos não são pacíficos e têm por objetivo matar israelenses

Em duas entrevistas diferentes para a rede de TV al-Jazira, dois ministros do Hamas acabaram com a narrativa da imprensa ocidental sobre os protestos da "Marcha do Retorno".

Na primeira, Mahmoud al-Zahar afirma que o protesto é classificado como "resistência pacífica" apenas para enganar a opinião pública internacional enquanto afirma que os atos estão sendo apoiados por forças militares e de segurança do Hamas.

Já na segunda entrevista, Yahya Sinwar afirma durante um dos "protestos pacíficos" que os palestinos vão derrubar a fronteira com Israel e "arrancar os corações" dos judeus de seus corpos.


sábado, 12 de maio de 2018

Jornalista palestino morto em protesto na fronteira com Israel se considerava parte do exército do Hamas

O jornalista Yasser Murtaja foi morto durante os confrontos na chamada Marcha do Retorno entre manifestantes do Hamas e o exército israelense. Foi assim que a imprensa brasileira noticiou o ocorrido:
Folha: Jornalista palestino morre ao cobrir protesto na fronteira entre Israel 
G1 (Globo): Jornalista palestino morre após ser baleado por israelenses em Gaza
O Globo: Jornalista palestino é morto a tiros por tropas israelenses em Gaza 
Estadão: Jornalista palestino é morto por soldados israelenses em Gaza  

O que nenhum deles informa é que em um dos vídeos de drone publicados pelo jornalista, a legenda afirma que ele e o Ain Media (عين ميديا), veículo de imprensa onde ele trabalhava, se consideravam parte do exército do Hamas:  


طائراتنا في السماء وجنودنا على الأرض .. 
قواتنا مستعدة لكل السيناريوهات صباح مساء 

صباحٌ منعش 
"Nossos aviões estão no céu e nossos soldados estão no chão. Nossas tropas estão prontas para todos os cenários à noite 
Uma manhã refrescante "

Em resposta ao caso, o ministro da defesa israelense afirmou que terroristas palestinos usando uniforme de imprensa é uma ocorrêcia comum e que qualquer um voando drones em áreas de conflito, onde eles podem ser usados para obter informações úteis para o combate, coloca sua segurança em risco. Murtaja era um apoiador declarado do Hamas.


Um terrorista árabe-palestino vestindo um uniforme reservado a jornalistas  -- um colete amarelo com a palavra PRESS (imprensa) bordada nele -- atacou e feriu um soldado israelense.  

A veste usada pelo terrorista é destinada a proteger fotógrafos e jornalistas em locais onde ocorrem conflitos armados. É através deste tipo de vestimenta que os combatentes são avisados de que os profissionais de imprensa não são pessoas que representam perigo e nem podem ser alvos de ataques de qualquer forma. 

Este tipo de atitude compromete a idéia e põe jornalistas em perigo, já que abre precedente e mostra que soldados também devem tê-los como alvos em potencial.
O ataque foi cometido no dia 16/10/2015 e transmitido ao vivo pelo canal al-Quds, do Hamas.


Agência da ONU "deplora" a morte de terrorista que trabalhava como jornalista

ONG de direitos humanos diz que terrorista morto por Israel era um jornalista



segunda-feira, 2 de abril de 2018

Marcha do Retorno: grande imprensa omite que maioria dos mortos era formada por militantes e terroristas

Atualização: 15 dos 19 mortos nos protestos em Gaza foram identificados como terroristas
.
No dia 31 de março o Jornal Nacional, o G1 e o El País noticiaram que 16 palestinos tinham sido mortos em violentos confrontos com o exército israelense. O que todos eles omitiram é que, já no mesmo dia, dez dos dezesseis mortos tinham sido identificados, tanto pelos palestinos quanto por Israel, como terroristas:


Musab al-Saloul (Hamas)


Jihad Ahmed Farina (Hamas) 


 Ahmed Ibrahim Abu Odeh (Hamas)


Sari  Abu Walid  Oudeh (brigadas Izz ad-Din al-Qassam, batalhao Badr)


Mohammed Abu Naeem Amr (Hamas)


Jihad Zuhair Abu Jamous Najjar  (brigadas al-Aqsa)


Fares al Raqab das brigadas al-Quds (Jihad Islamic)
 
Atualização:






"Marcha do Retorno" - o que diz a imprensa x o que dizem os palestinos

Em artigo da BBC reproduzido pela Globo, UOL, Record e uma infinidade de outros veículos de comunicação, a Marcha do Retorno é descrita como sendo para os palestinos "um protesto para chamar a atenção para a luta de centenas de milhares de palestinos que têm sido expulsos de seus lares que ficam onde hoje está Israel".  

إسماعيل هنية
Ismail Haniyeh

Isso é bem diferente do que dizem dois dos principais líderes do Hamas, o primeiro-ministro Ismail Haniyeh e o líder militar das brigadas al-Qassam, Yehya Sinwar. 
De acordo com uma notícia publicada no Palestinian Information Center, os dois disseram aos manifestantes que os protestos de 30 de março marcaram o início de uma "nova fase na luta nacional dos palestinos no caminho para libertar toda a Palestina". Haniyeh e Sinwar também deixaram claro que a "Marcha de Retorno" tinha outro objetivo: frustrar qualquer tentativa dos árabes de fazer a paz ou normalizar suas relações com Israel.

Considerando as declarações feitas por líderes do Hamas, a "Marcha de Retorno" não visa melhorar as condições de vida dos árabes na Faixa de Gaza, nem se trata de encontrar maneiras de resolver as crises "humanitária" e "econômica" no local.

O Hamas e seus aliados não enviaram os manifestantes à fronteira com Israel para exigir empregos e remédios. Eles não os encorajaram a arriscar suas vidas por causa da falta de fornecimento de eletricidade ou por mais liberdade.

Em vez disso, os organizadores enviaram os palestinos para a fronteira depois de assegurar que essa era a única maneira de inundar Israel com milhões de "refugiados" palestinos como parte do "direito de retorno". O "direito de retorno" refere-se à exigência palestina de que Israel permita que milhões de "refugiados" palestinos que nunca pisaram em Israel se mudem para o país, transformando-o em um estado de maioria árabe-muçulmana.